segunda-feira, 3 de junho de 2024

Modelos Fuzzy em Economia - Gorkhmaz Imanov

IMANOV, Gorkhmaz. Fuzzy Models in Economics. Springer, 2021.


Sumário:

1. Análise Fuzzy do Desenvolvimento Socioeconômico Usando Números Fuzzy Intuicionistas Linguísticos  

   1.1 Indicadores e Sub-índices para a Análise do Desenvolvimento Socioeconômico  

   1.2 Conjunto Fuzzy Intuicionista Linguístico  

   1.3 Análise Fuzzy do Desenvolvimento da Inovação Nacional  

   1.4 Modelos Fuzzy para a Avaliação de Índices de Qualidade de Sistemas Sociais e Econômicos  

   1.5 Algoritmo com as Regras Ponderadas  

   Referências  

2. Análise Fuzzy do Nível de Diversificação Econômica  

   2.1 Índice Composto de Entropia Fuzzy  

   2.2 Análise do Modelo de Input-Output da Diversificação Econômica  

   2.3 Uso do Método Fuzzy DEMATEL para a Análise das Relações Intersetoriais  

   Referências  

3. Medindo a Estabilidade Financeira  

   3.1 Construção de um Índice de Estabilidade de um Sistema Financeiro  

   3.2 Abordagem Padrão para Medir um Índice Agregado de Estabilidade Financeira  

   3.3 Abordagem Fuzzy para Medir o Índice de Estabilidade Financeira  

   Referências  

4. Estimativa Fuzzy do Índice de Economia Verde Nacional e Distribuição de Investimentos  

   4.1 Indicadores da Economia Verde  

   4.2 Estimativa do Modelo para o Índice de Qualidade Ecológica  

   4.3 Modelo da Economia Verde  

   4.4 Estimativa Baseada na Entropia Fuzzy da Distribuição de Investimentos  

   Referências  

5. Modelos de Segurança Socioeconômica  

   5.1 Análise Fuzzy da Estabilidade Macroeconômica  

   5.2 Estimativa Fuzzy do Nível de Segurança Social do País  

   5.3 Avaliação do Índice Agregado de Segurança Financeira  

   5.4 Avaliação do Índice Agregado de Segurança Ecológica  

   5.5 Avaliação do Índice Agregado Fuzzy de Segurança Ecológica  

   Referências  

6. Avaliação do Desenvolvimento da Economia da Informação  

   6.1 Formação e Desenvolvimento da Economia da Informação  

   6.2 Modelo Fuzzy de Estimativa da Qualidade do Desenvolvimento da Economia da Informação  

   6.3 Análise da Relação de Causa e Efeito  

   Referências  

Finanças Internacionais - Paul Krugman, M. Obstfeldy e M. Melitz

KRUGMAN, Paul R.; OBSTFELD, Maurice; MELITZ, Marc J. International Finance: Theory and Policy (11th global ed.). Harlow: Pearson, 2018.

Sumário:

Prefácio 13

1 Introdução 21

O que é Economia Internacional? 23

Os Benefícios do Comércio 24

O Padrão de Comércio 25

Quanto Comércio? 25

Balanço de Pagamentos 26

Determinação da Taxa de Câmbio 27

Coordenação de Política Internacional 27

O Mercado Internacional de Capitais 28

Economia Internacional: Comércio e Dinheiro 29

Parte 1 Taxas de Câmbio e Macroeconomia de Economia Aberta 31

2 Contabilidade de Renda Nacional e o Balanço de Pagamentos 31

As Contas de Renda Nacional 33

Produto Nacional e Renda Nacional 34

Depreciação de Capital e Transferências Internacionais 35

Produto Interno Bruto 35

Contabilidade de Renda Nacional para uma Economia Aberta 36

Consumo 36

Investimento 36

Compras do Governo 37

A Identidade de Renda Nacional para uma Economia Aberta 37

Uma Economia Aberta Imaginária 38

A Conta Corrente e o Endividamento Externo 38

Poupança e a Conta Corrente 40

Poupança Privada e Governamental 41

Box: O Mistério do Déficit Desaparecido 42

As Contas do Balanço de Pagamentos 44

Exemplos de Transações Emparelhadas 45

A Identidade Fundamental do Balanço de Pagamentos 46

A Conta Corrente, Mais uma Vez 47

A Conta de Capital 48

A Conta Financeira 48

Discrepância Estatística 49

Transações de Reservas Oficiais 50

Estudo de caso: Os Ativos e Passivos do Maior Devedor do Mundo 51

Resumo 55

3 Taxas de Câmbio e o Mercado de Câmbio Estrangeiro: Uma Abordagem de Ativos 60

Taxas de Câmbio e Transações Internacionais 61

Preços Domésticos e Estrangeiros 61

Taxas de Câmbio e Preços Relativos 63

O Mercado de Câmbio Estrangeiro 64

Os Atores 64

Box: Taxas de Câmbio, Preços de Automóveis e Guerras Cambiais 65

Características do Mercado 66

Taxas à Vista e Taxas a Termo 68

Swaps de Câmbio Estrangeiro 69

Futuros e Opções 69

A Demanda por Ativos em Moeda Estrangeira 70

Ativos e Retornos de Ativos 70

Box: Mercados Offshore de Moeda: O Caso do Yuan Chinês 71

Risco e Liquidez 73

Taxas de Juros 74

Taxas de Câmbio e Retornos de Ativos 74

Uma Regra Simples 76

Retorno, Risco e Liquidez no Mercado de Câmbio Estrangeiro 77

Equilíbrio no Mercado de Câmbio Estrangeiro 78

Paridade de Juros: A Condição Básica de Equilíbrio 78

Como as Mudanças na Taxa de Câmbio Atual Afetam os Retornos Esperados 79

A Taxa de Câmbio de Equilíbrio 81

Taxas de Juros, Expectativas e Equilíbrio 83

O Efeito das Mudanças nas Taxas de Juros na Taxa de Câmbio Atual 83

O Efeito das Mudanças nas Expectativas na Taxa de Câmbio Atual 85

Estudo de caso: O que Explica o Carry Trade? 85

Resumo 88

4 Dinheiro, Taxas de Juros e Taxas de Câmbio 96

Dinheiro Definido: Uma Breve Revisão 97

Dinheiro como Meio de Troca 97

Dinheiro como Unidade de Conta 97

Dinheiro como Reserva de Valor 98

O que é Dinheiro? 98

Como a Oferta de Dinheiro é Determinada 98

A Demanda por Dinheiro pelos Indivíduos 99

Retorno Esperado 99

Risco 100

Liquidez 100

Demanda Agregada por Dinheiro 100

A Taxa de Juros de Equilíbrio: A Interação entre Oferta e Demanda de Dinheiro 102

Equilíbrio no Mercado de Dinheiro 103

Taxas de Juros e a Oferta de Dinheiro 104

Produção e a Taxa de Juros 105

A Oferta de Dinheiro e a Taxa de Câmbio no Curto Prazo 106

Ligando Dinheiro, a Taxa de Juros e a Taxa de Câmbio 106

Oferta de Dinheiro dos EUA e a Taxa de Câmbio Dólar/Euro 109

Oferta de Dinheiro da Europa e a Taxa de Câmbio Dólar/Euro 109

Dinheiro, o Nível de Preços e a Taxa de Câmbio no Longo Prazo 112

Dinheiro e Preços do Dinheiro 112

Os Efeitos de Longo Prazo das Mudanças na Oferta de Dinheiro 113

Evidências Empíricas sobre Ofertas de Dinheiro e Níveis de Preços 114

Dinheiro e a Taxa de Câmbio no Longo Prazo 115

Inflação e Dinâmica da Taxa de Câmbio 116

Rigidez de Preços no Curto Prazo versus Flexibilidade de Preços no Longo Prazo 116

Box: Crescimento da Oferta de Dinheiro e Hiperinflação no Zimbábue 118

Mudanças Permanentes na Oferta de Dinheiro e a Taxa de Câmbio 120

Superestimação da Taxa de Câmbio 123

Estudo de caso: Meta de Inflação e Taxa de Câmbio em Países Emergentes 123

Resumo 126

5 Níveis de Preços e a Taxa de Câmbio no Longo Prazo 131

A Lei do Preço Único 132

Paridade do Poder de Compra 133

A Relação entre PPP e a Lei do Preço Único 133

PPP Absoluto e PPP Relativo 134

Um Modelo de Taxa de Câmbio de Longo Prazo Baseado no PPP 135

A Equação Fundamental da Abordagem Monetária 135

Inflação Contínua, Paridade de Juros e PPP 137

O Efeito Fisher 138

Evidências Empíricas sobre PPP e a Lei do Preço Único 141

Explicando os Problemas com PPP 143

Barreiras Comerciais e Não-Transacionáveis 143

Desvios da Livre Concorrência 144

Diferenças nos Padrões de Consumo e Medição do Nível de Preços 145

Box: Medindo e Comparando a Riqueza dos Países no Mundo: o Programa de Comparação Internacional (ICP) 145

PPP no Curto Prazo e no Longo Prazo 148

Estudo de caso: Por que os Níveis de Preços são Mais Baixos em Países Mais Pobres? 149

Além da Paridade do Poder de Compra: Um Modelo Geral de Taxas de Câmbio de Longo Prazo 151

A Taxa de Câmbio Real 151

Demanda, Oferta e a Taxa de Câmbio Real de Longo Prazo 153

Box: Preços Rígidos e a Lei do Preço: Evidências das Lojas Duty-Free Escandinavas 154

Taxas de Câmbio Nominal e Real em Equilíbrio de Longo Prazo 156

Diferenças nas Taxas de Juros Internacionais e a Taxa de Câmbio Real 158

Paridade de Juros Real 159

Resumo 161

6 Produção e a Taxa de Câmbio no Curto Prazo 169

Determinantes da Demanda Agregada em uma Economia Aberta 170

Determinantes da Demanda de Consumo 170

Determinantes da Conta Corrente 171

Como as Mudanças na Taxa de Câmbio Real Afetam a Conta Corrente 172

Como as Mudanças na Renda Disponível Afetam a Conta Corrente 173

A Equação da Demanda Agregada 173

A Taxa de Câmbio Real e a Demanda Agregada 173

Renda Real e Demanda Agregada 174

Como a Produção é Determinada no Curto Prazo 175

Equilíbrio no Mercado de Produção no Curto Prazo: O Cronograma DD 176

Produção, a Taxa de Câmbio e o Equilíbrio do Mercado de Produção 176

Derivando o Cronograma DD 177

Fatores que Deslocam o Cronograma DD 178

Equilíbrio do Mercado de Ativos no Curto Prazo: O Cronograma AA 181

Produção, a Taxa de Câmbio e o Equilíbrio do Mercado de Ativos 181

Derivando o Cronograma AA 183

Fatores que Deslocam o Cronograma AA 183

Equilíbrio de Curto Prazo para uma Economia Aberta: Unindo os Cronogramas DD e AA 184

Mudanças Temporárias na Política Monetária e Fiscal 186

Política Monetária 187

Política Fiscal 187

Políticas para Manter o Emprego Total 188

Viés Inflacionário e Outros Problemas na Formulação de Políticas 190 

Mudanças Permanentes na Política Monetária e Fiscal 191

Um Aumento Permanente na Oferta de Dinheiro 191

Ajuste a um Aumento Permanente na Oferta de Dinheiro 192

Uma Expansão Fiscal Permanente 194

Políticas Macroeconômicas e a Conta Corrente 195

Ajuste Gradual dos Fluxos de Comércio e Dinâmica da Conta Corrente 197

A Curva J 197

Repasse da Taxa de Câmbio e Inflação 198

A Conta Corrente, a Riqueza e a Dinâmica da Taxa de Câmbio 199

Box: Entendendo o Repasse para os Preços de Importação e Exportação 200

A Armadilha da Liquidez 201

Estudo de caso: Qual é o Multiplicador de Gastos do Governo? 204

Resumo 206

7 Taxas de Câmbio Fixas e Intervenção no Câmbio Estrangeiro 216

Por Que Estudar Taxas de Câmbio Fixas? 217

Intervenção do Banco Central e a Oferta de Dinheiro 218

O Balanço do Banco Central e a Oferta de Dinheiro 218

Intervenção no Câmbio Estrangeiro e a Oferta de Dinheiro 220

Esterilização 221

O Balanço de Pagamentos e a Oferta de Dinheiro 221

Como o Banco Central Fixa a Taxa de Câmbio 222

Equilíbrio no Mercado de Câmbio Estrangeiro sob uma Taxa de Câmbio Fixa 223

Equilíbrio no Mercado Monetário sob uma Taxa de Câmbio Fixa 223

Uma Análise Diagramática 224

Políticas de Estabilização com uma Taxa de Câmbio Fixa 225

Política Monetária 226

Política Fiscal 227

Mudanças na Taxa de Câmbio 228

Ajuste às Políticas Fiscais e Mudanças na Taxa de Câmbio 229

Crises no Balanço de Pagamentos e Fuga de Capitais 230

Flutuação Administrada e Intervenção Esterilizada 233

Substituibilidade Perfeita de Ativos e a Ineficácia da Intervenção Esterilizada 233

Estudo de caso: Os Mercados Podem Atacar uma Moeda Forte? O Caso da Suíça 234

Equilíbrio no Mercado de Câmbio Estrangeiro sob Substituibilidade Imperfeita de Ativos 237

Os Efeitos da Intervenção Esterilizada com Substituibilidade Imperfeita de Ativos 237

Evidências sobre os Efeitos da Intervenção Esterilizada 239

Moedas de Reserva no Sistema Monetário Mundial 240

A Mecânica de um Padrão de Moeda de Reserva 240

A Posição Assimétrica do Centro de Reserva 241

O Padrão Ouro 242

A Mecânica de um Padrão Ouro 242

Ajuste Monetário Simétrico sob um Padrão Ouro 242

Benefícios e Desvantagens do Padrão Ouro 243

O Padrão Bimetálico 244

O Padrão de Troca de Ouro 244

Estudo de caso: O Custo para se Tornar uma Moeda Internacional: O Caso do Renminbi 245

Resumo 248

Parte 2 Política Macroeconômica Internacional 261

8 Sistemas Monetários Internacionais: Uma Visão Histórica 261

Objetivos da Política Macroeconômica em uma Economia Aberta 262

Balanço Interno: Emprego Total e Estabilidade do Nível de Preços 263

Balanço Externo: O Nível Ótimo da Conta Corrente 264

Box: Um País Pode Pedir Emprestado para Sempre? O Caso da Nova Zelândia 266

Classificando Sistemas Monetários: O Trilema da Política Monetária de Economia Aberta 270

Política Macroeconômica Internacional sob o Padrão Ouro, 1870–1914 271

Origens do Padrão Ouro 272

Balanço Externo sob o Padrão Ouro 272

O Mecanismo de Fluxo de Espécie-Preço 273

As “Regras do Jogo” do Padrão Ouro: Mito e Realidade 274

Balanço Interno sob o Padrão Ouro 274

Estudo de caso: A Economia Política dos Regimes de Taxa de Câmbio: Conflito sobre o Padrão Monetário da América durante os anos 1890 275

Os Anos Entre Guerras, 1918–1939 277

O Fugaz Retorno ao Ouro 277

Desintegração Econômica Internacional 278

Estudo de caso: O Padrão Ouro Internacional e a Grande Depressão 279

O Sistema de Bretton Woods e o Fundo Monetário Internacional 280

Objetivos e Estrutura do FMI 280

Conversibilidade e a Expansão dos Fluxos Financeiros Privados 281

Fluxos de Capitais Especulativos e Crises 282

Analisando Opções de Políticas para Alcançar Balanço Interno e Externo 283

Mantendo o Balanço Interno 284

Mantendo o Balanço Externo 285

Políticas de Mudança de Despesa e de Mudança de Posição da Despesa 286

O Problema do Balanço Externo dos Estados Unidos sob Bretton Woods 287

Estudo de caso: O Fim de Bretton Woods, a Inflação Mundial e a Transição para Taxas Flutuantes 288

A Mecânica da Inflação Importada 290

Avaliação 291

O Caso para Taxas de Câmbio Flutuantes 292

Autonomia da Política Monetária 292

Simetria 293

Taxas de Câmbio como Estabilizadores Automáticos 294

Taxas de Câmbio e Balanço Externo 296

Estudo de caso: Os Primeiros Anos das Taxas Flutuantes, 1973–1990 296

Interdependência Macroeconômica sob uma Taxa Flutuante 301

Estudo de caso: Transformação e Crise na Economia Mundial 302

Estudo de caso: Os Perigos da Deflação 308

O que se Aprendeu Desde 1973? 310

Autonomia da Política Monetária 310

Simetria 312

A Taxa de Câmbio como Estabilizador Automático 312

Balanço Externo 313

O Problema da Coordenação de Políticas 313

As Taxas de Câmbio Fixas São uma Opção para a Maioria dos Países? 314

Resumo 315

9 Globalização Financeira: Oportunidade e Crise 324

O Mercado Internacional de Capitais e os Benefícios do Comércio 325

Três Tipos de Benefícios do Comércio 325

Aversão ao Risco 327

Diversificação de Portfólio como um Motivo para o Comércio Internacional de Ativos 327

O Menu de Ativos Internacionais: Dívida versus Patrimônio 328

Bancos Internacionais e o Mercado Internacional de Capitais 329

A Estrutura do Mercado Internacional de Capitais 329

Bancos Offshore e Comércio de Moeda Offshore 330

O Sistema Bancário Paralelo 331

Fragilidade Bancária e Financeira 332

O Problema da Falência Bancária 332

Salvaguardas Governamentais contra a Instabilidade Financeira 335

Risco Moral e o Problema do “Grande Demais para Falir” 337

Box: O FMI Causa Risco Moral? 338

O Desafio de Regular Bancos Internacionais 339

O Trilema Financeiro 340

Cooperação Regulatória Internacional até 2007 341

Estudo de caso: A Crise Financeira Global de 2007–2009 343

Box: Instabilidade Cambial e Linhas de Swap do Banco Central 346

Iniciativas Regulatórias Internacionais após a Crise Financeira Global 348

Quão Bem os Mercados Financeiros Internacionais Alocaram Capital e Risco? 350

A Extensão da Diversificação Internacional de Portfólio 350

A Extensão do Comércio Intertemporal 352

Diferenciais de Taxas de Juros Onshore-Offshore 353

A Eficiência do Mercado de Câmbio Estrangeiro 354

Resumo 358

10 Áreas Monetárias Ótimas e o Euro 36

Como a Moeda Única Europeia Evoluiu 365

O que Impulsionou a Cooperação Monetária Europeia? 365

Box: Brexit 366

O Sistema Monetário Europeu, 1979–1998 368

Domínio Monetário Alemão e a Teoria da Credibilidade do SME 369

Iniciativas de Integração de Mercado 371

União Econômica e Monetária Europeia 371

O Euro e a Política Econômica na Zona do Euro 372

Os Critérios de Convergência de Maastricht e o Pacto de Estabilidade e Crescimento 373

O Banco Central Europeu e o Eurosistema 374

O Mecanismo de Taxa de Câmbio Revisado 374

A Teoria das Áreas

 Monetárias Ótimas 375

Integração Econômica e os Benefícios de uma Área de Taxa de Câmbio Fixa: O Cronograma GG 375

Integração Econômica e os Custos de uma Área de Taxa de Câmbio Fixa: O Cronograma LL 377

A Decisão de Entrar em uma Área Monetária: Unindo os Cronogramas GG e LL 380

O que é uma Área Monetária Ótima? 381

Outras Considerações Importantes 381

Estudo de caso: A Europa é uma Área Monetária Ótima? 383

A Crise do Euro e o Futuro da UEM 386

Origens da Crise 386

Calote Governamental Auto-Realizável e o “Ciclo Vicioso” 392

Uma Crise Mais Ampla e Respostas de Política 394

Transações Monetárias Diretas do BCE 395

O Futuro da UEM 396

Resumo 397

11 Países em Desenvolvimento: Crescimento, Crise e Reforma 402

Renda, Riqueza e Crescimento na Economia Mundial 403

A Lacuna entre Ricos e Pobres 403

A Lacuna de Renda Mundial Diminuiu ao Longo do Tempo? 404

A Importância dos Países em Desenvolvimento para o Crescimento Global 406

Características Estruturais dos Países em Desenvolvimento 407

Box: O Superciclo de Commodities 409

Empréstimos e Dívidas de Países em Desenvolvimento 412

A Economia das Entradas Financeiras para Países em Desenvolvimento 413

O Problema do Calote 414

Formas Alternativas de Entrada Financeira 416

O Problema do “Pecado Original” 417

A Crise da Dívida dos Anos 1980 419

Reformas, Entradas de Capital e o Retorno da Crise 420

Ásia Oriental: Sucesso e Crise 423

O Milagre Econômico da Ásia Oriental 424

Box: Por que os Países em Desenvolvimento Acumularam Níveis Tão Altos de Reservas Internacionais? 424

Fraquezas Asiáticas 426

Box: O que a Ásia Oriental Fez Certo? 428

A Crise Financeira Asiática 429

Lições das Crises de Países em Desenvolvimento 430

Reformando a “Arquitetura” Financeira Mundial 431

Mobilidade de Capitais e o Trilema do Regime Cambial 432

Medidas “Profiláticas” 434

Lidando com a Crise 435

Entendendo os Fluxos de Capitais Globais e a Distribuição Global de Renda: A Geografia é Destino? 436

Box: Paradoxos do Capital 437

Resumo 441

Pós-Escrito Matemático 446

Pós-Escrito ao Capítulo 9: Aversão ao Risco e Diversificação Internacional de Portfólio 446

Uma Derivação Analítica do Portfólio Ótimo 446

Uma Derivação Diagramática do Portfólio Ótimo 447

Os Efeitos das Mudanças nas Taxas de Retorno 449

Índice 453

Créditos 465

APÊNDICES ONLINE (www.pearsonglobaleditions.com/Krugman)

Apêndice A do Capítulo 6: O Modelo IS-LM e o Modelo DD-AA

Apêndice A do Capítulo 7: A Abordagem Monetária para o Balanço de Pagamentos

Modelando a Instabilidade Econômica - M. Assous e V. Carret

ASSOUS, Michaël; CARRET, Vincent. Modeling Economic Instability: A History of Early Macroeconomics. Cham: Springer, 2022.

Sumário:

1. Introdução

    Referências

2. Em Busca de Economia Dinâmica: A Primeira Revolução de Tinbergen

    1. Introdução

    2. Barômetros Econômicos e "Cumulatividade"

    3. Derivadas Temporais e as Teorias da Produção Máxima

    4. Defasagens de Oferta e Movimentos de Mercado

    5. O Modelo de Construção Naval e Equações Mistas

    6. Resumo

    7. Apêndice: O Modelo de Construção Naval e a Função de Lambert

3. Oscilações de Relaxamento no Desenvolvimento Inicial da Econometria: Um Caminho Não Tomado

    1. Introdução

    2. Das Ciências Naturais para a Economia: Um Caso de Analogia Não Mecânica

    3. Considerando um Período Variável e uma Amplitude Constante

    4. Le Corbeiller e a Primeira Recepção das Oscilações de Relaxamento entre os Econometristas

    5. Quase Fechando o Ciclo

    6. Resumo

4. A Macrodinâmica de Frisch: Estabilidade Interna e Impulsos Externos

    1. Introdução

    2. Primeiros Debates sobre o Acelerador e a Função de Consumo

    3. Fechando o Modelo: Determinantes das Flutuações Cíclicas

    4. O Problema do Impulso: O Ciclo é Completamente Aleatório?

    5. Resumo

    6. Apêndice 1: Resolvendo o Modelo com uma Transformada de Laplace Deslocada

    7. Apêndice 2: Uma Integração Numérica do Sistema de Frisch

5. A Macrodinâmica de Kalecki: "Ciclos Automáticos", Estagnação e Luta de Classes

    1. Introdução

    2. Ingredientes de Kalecki: Lucros, Luta de Classes e Cartéis

        1. Lucros e Luta de Classes

        2. Cartéis e Poder de Mercado

    3. Juntando os Ingredientes: O Modelo Macro-Dinâmico de Kalecki (1933–1935)

    4. Estabilidade e Ciclos no Modelo de Kalecki

    5. O Problema do Crescimento e da Instabilidade

        1. A Revisão de Tinbergen de 1937 sobre o Ciclo de Comércio de Harrod

        2. Lundberg sobre Expansão Econômica e Sequências de Modelos

    6. Resumo

    7. Apêndice 1: Regiões de Estabilidade do Modelo de Kalecki

    8. Apêndice 2: Uma Comparação entre Tinbergen, Kalecki e Frisch Usando a Função de Lambert

6. A Macro-Dinâmica de Tinbergen: Instabilidade e a Possibilidade de Colapso

    1. Introdução

    2. Além do Ciclo Econômico: Estados Instáveis, Múltiplos Equilíbrios e Falhas de Coordenação

    3. O Tamanho Importa: Grandes Choques e Colapso nos Modelos Macro-Dinâmicos de Tinbergen

    4. A Macro-Dinâmica Enfrentando o Desafio da Instabilidade

    5. Resumo

7. Ciclos Econômicos, Priming e o Papel dos Gastos Públicos

    1. Introdução

    2. A Análise de Tinbergen sobre o Multiplicador: Um Caso de Priming

    3. Debates sobre Priming na América e a Recessão de 1937

    4. O Papel dos Gastos Públicos no Modelo Acelerador–Multiplicador

    5. O Modelo Acelerador–Multiplicador Não Linear de Tinbergen

    6. Resumo

8. Análise de Estabilidade e Sistemas Keynesianos Iniciais

    1. Introdução

    2. Extraindo um Modelo do "Sistema" de Keynes: A Reunião de Oxford

        1. Em Busca de um Modelo Matemático Determinado

        2. A Crítica dos Econometristas ao Modelo de Meade: Estabilidade e Dinâmica

    3. Conectando Estática Comparativa à Análise de Estabilidade

    4. Resumo

5. Apêndice: As Condições de Meade Comparadas às de Samuelson, ou as Consequências das Simplificações

9. Pleno Emprego e Instabilidade: Desvendando Questões sobre Existência e Estabilidade

    1. Introdução

    2. Hansen, Samuelson e Pigou sobre o Estado Estacionário Clássico

    3. Lange: Desequilíbrio e Instabilidade

    4. Instabilidade e Pesquisa Empírica no Trabalho de Klein

    5. Resumo

10. Conclusão

sábado, 1 de junho de 2024

Economia Política Analítica - R. Veneziani and L. Zamparelli (org)

VENEZIANI, Roberto; ZAMPARELLI, Luca. Analytical Political Economy. Analytical Political Economy, 2018.

Sumário

1. Economia Política Analítica 1
Roberto Veneziani e Luca Zamparelli

2. Tomando Estoque: Uma Modelagem Rigorosa dos Espíritos Animais em Macroeconomia 5
Reiner Franke e Frank Westerhoff

3. A Abordagem Baseada em Agentes na Macro-Modelagem Pós-Keynesiana 39
Corrado Di Guilmi

4. Modelos Macroeconômicos Consistentes em Estoque-Fluxo: Uma Pesquisa 63
Michalis Nikiforos e Gennaro Zezza

5. Teorias Heterodoxas de Crescimento Econômico e Distribuição de Renda: Uma Pesquisa Parcial 103
Amitava Krishna Dutt

6. Mudança Técnica Endógena em Teorias Alternativas de Crescimento e Distribuição 139
Daniele Tavani e Luca Zamparelli

7. Modelos de Minsky: Uma Pesquisa Estruturada 175
Maria Nikolaidi e Engelbert Stockhammer

8. Financeirização e Investimento: Uma Pesquisa da Literatura Empírica 207
Leila E. Davis

9. Pesquisa Empírica Quantitativa na Economia Política Marxista: Uma Revisão Seletiva 237
Deepankar Basu

10. Valor, Preço e Exploração: A Lógica do Problema da Transformação 269
Simon Mohun e Roberto Veneziani

11. Um Relatório de Progresso sobre a Teoria Econômica Marxiana: Sobre as Controvérsias na Teoria da Exploração Desde Okishio (1963) 307
Naoki Yoshihara

12. Trocas Econômicas Sul-Sul e Norte-Sul: Importa Quem Está Trocando o Quê e Com Quem? 339
Omar S. Dahi e Firat Demir

Índice 381

1 ECONOMIA POLÍTICA ANALÍTICA
Roberto Veneziani
School of Economics and Finance
Queen Mary University of London

Luca Zamparelli
Department of Social and Economic Sciences
Sapienza University of Rome

Esta edição especial reúne 11 pesquisas sobre desenvolvimentos recentes na Economia Política Analítica. Originalmente um ramo da filosofia moral, a economia política emergiu como uma disciplina autônoma durante os primeiros estágios da revolução industrial, graças às análises dos fisiocratas franceses e dos economistas políticos clássicos britânicos. Pode ser vagamente definida como a ciência social que estuda a produção e distribuição de riqueza em uma economia de mercado capitalista. Abandonado em favor do mais neutro 'Economia', hoje em dia o termo ainda é usado para indicar abordagens de análise econômica que estão além dos limites da análise neoclássica convencional enraizada na tradição do equilíbrio geral walrasiano.

As contribuições reunidas neste volume abrangem uma grande variedade de tópicos e pertencem a diferentes escolas de pensamento. Elas são agrupadas juntas, pois todas revisam pesquisas econômicas recentes, formais e rigorosas – tanto teóricas quanto empíricas – que rejeitam pelo menos algumas das características definidoras da economia neoclássica; daí o nome Economia Política Analítica.

Apesar da heterogeneidade, podemos usar algumas categorias amplas para descrever as pesquisas incluídas nesta edição especial. Artigos de Reiner Franke e Frank Westerhoff, Corrado Di Guilmi, e Michalis Nikiforos e Gennaro Zezza tratam de tópicos pertencentes à macroeconomia keynesiana. Uma das afirmações fundamentais da análise de Keynes é que em uma economia monetária pode não haver tendência ao pleno emprego, pois as decisões de investimento e poupança são tomadas por diferentes atores econômicos. De fato, o papel das crenças, expectativas e confiança dos investidores sobre o estado futuro da economia é crucial para determinar o nível de equilíbrio do emprego e da atividade econômica (Keynes, 1936). Franke e Westerhoff revisam abordagens recentes para formalizar e modelar 'espíritos animais' em modelos macrodinâmicos que explicitamente rejeitam a hipótese das expectativas racionais. Eles fazem isso desenvolvendo um quadro canônico que é flexível o suficiente para abranger duas maneiras de modelar atitudes em relação ao otimismo e pessimismo: a escolha discreta e a abordagem de probabilidade de transição, onde agentes individuais enfrentam uma decisão binária e escolhem uma delas com uma certa probabilidade. Essas avaliações são ajustadas – para cima ou para baixo – em resposta ao que os agentes observam, o que leva a mudanças no sentimento agregado e, portanto, nas variáveis macroeconômicas relevantes.

Di Guilmi analisa a crescente literatura fomentada pela recente fertilização cruzada da modelagem baseada em agentes e da macroeconomia pós-keynesiana. Ele argumenta que a modelagem baseada em agentes é totalmente consistente com a abordagem pós-keynesiana e que ambas as áreas de pesquisa podem se beneficiar do engajamento mútuo. A pesquisa discute como vários modelos resolveram as questões levantadas pela adoção da abordagem de baixo para cima típica dos modelos baseados em agentes em uma estrutura tradicionalmente agregativa e destaca os novos insights derivados dessa estratégia de modelagem. Os artigos revisados são agrupados em quatro categorias diferentes: modelos baseados em agentes que formalizam a 'Hipótese da Instabilidade Financeira' de Hyman Minsky; modelos evolutivos com características pós-keynesianas; modelos neo-kaleckianos com características baseadas em agentes; e modelos consistentes em estoque-fluxo baseados em agentes.

Modelos Consistentes em Estoque-Fluxo são o foco da análise desenvolvida por Nikiforos e Zezza. Eles primeiro ilustram as características gerais da abordagem Consistente em Estoque-Fluxo, mostrando enfaticamente que é uma estrutura capaz de explicar os lados real e financeiro da economia de maneira integrada. Em seguida, discutem como o modelo Consistente em Estoque-Fluxo central foi recentemente estendido para abordar questões como financeirização e distribuição de renda, economias abertas e macroeconomia ecológica.

Os dois artigos de Amitava Dutt, e Daniele Tavani e Luca Zamparelli revisam os últimos desenvolvimentos em modelos de crescimento e distribuição de renda. A relação entre crescimento e distribuição tem sido central na economia política desde que os economistas clássicos – Smith e Ricardo, em particular – argumentaram que a acumulação de capital deve ser financiada pela poupança oriunda dos lucros. A direção da causalidade foi posteriormente invertida pelos economistas pós-keynesianos, que consideraram a distribuição como a variável de ajuste, dada a suposição keynesiana sobre a natureza exógena do investimento (ver Kurz e Salvadori, 1995 para uma introdução à discussão). Ambos os artigos desenvolvem estruturas unificadas, que, uma vez combinadas com diferentes fechamentos, podem descrever modelos de crescimento heterodoxos Clássico-Marxiano, Kaleckiano e Pós-Keynesiano. Dutt estende a estrutura geral para mostrar como contribuições recentes enriqueceram as teorias originais com novos tópicos como dinheiro e inflação, finanças e dívida, questões multissetoriais, economia aberta e questões ambientais. Tavani e Zamparelli, por outro lado, focam na mudança técnica endógena e usam a estrutura unificada para comparar modelos heterodoxos e neoclássicos de crescimento exógeno, semi-endógeno e endógeno.

Os artigos de Maria Nikolaidi e Engelbert Stockhammer, e Leila Davis focam nas finanças e no setor financeiro. A 'Hipótese da Instabilidade Financeira' de Minsky (Minsky, 1986) é provavelmente a teoria mais influente dos mercados financeiros na economia não convencional. É uma teoria de ciclos endógenos baseada na acumulação de dívida pelo setor privado. Tempos de estabilidade econômica e prosperidade fazem com que mutuários e credores subestimem progressivamente o risco. Seu otimismo gera uma expansão excessiva do crédito, que, eventualmente, cria bolhas financeiras e crises. A análise de Minsky foi principalmente qualitativa, mas nas últimas décadas vários estudiosos formalizaram suas intuições em modelos teóricos macroeconômicos.

Nikolaidi e Stockhammer revisam esses esforços distinguindo entre modelos que focam na dinâmica da dívida ou dos juros, e modelos nos quais os preços dos ativos desempenham um papel fundamental na evolução da economia. Na primeira categoria de modelos, eles classificam: modelos Kalecki-Minsky; modelos Kaldor-Minsky; modelos Goodwin-Minsky; modelos de racionamento de crédito Minsky; modelos Minsky com meta de razão de dívida endógena e modelos Minsky-Veblen. Na segunda categoria de modelos, eles distinguem entre modelos Minsky de preços de ações e modelos Minsky de preços de imóveis.

O trabalho de Minsky também é central na literatura discutida por Davis. Ela analisa a literatura empírica que estudou os efeitos da expansão financeira pós-1980 nas economias avançadas, ou 'financeirização', sobre a acumulação de capital. Após introduzir uma gama de indicadores empíricos para definir o que se entende por 'financeirização', ela propõe usar três abordagens para categorizar a literatura sobre financeirização e investimento. As duas primeiras abordagens enfatizam os fluxos de renda crescentes entre corporações não financeiras e finanças: primeiro, o crescimento das rendas financeiras das corporações não financeiras e, segundo, o crescimento dos pagamentos das corporações não financeiras para credores e acionistas. A terceira abordagem enfatiza a explicação comportamental mais desenvolvida que liga financeirização a investimento reduzido: orientação para o valor do acionista.

Os artigos de Deepankar Basu, Simon Mohun e Roberto Veneziani, e Naoki Yoshihara analisam um ramo bastante diferente da Economia Política Analítica, pois focam nos avanços recentes na economia marxista. Basu revisa a pesquisa empírica na economia política marxista, focando em particular em: contas nacionais marxistas, economia política probabilística, análise de rentabilidade e teorias Clássico-Marxianas de crescimento e mudança técnica. Ele também considera estudos empíricos recentes focados na teoria Clássico-Marxiana dos preços relativos e valores, que está no centro das outras duas pesquisas. A teoria do valor-trabalho afirma que o valor econômico de uma mercadoria é determinado pela quantidade de trabalho socialmente necessário para produzi-la (Marx, 1867). Tradicionalmente, está no cerne da análise econômica marxista; e está no centro de inúmeras disputas em torno do chamado "problema da transformação", investigando a relação entre valores de trabalho e preços, e a teoria da exploração. Mohun e Veneziani adotam uma abordagem axiomática para interpretar o 'problema da transformação' como um resultado de impossibilidade para uma interpretação específica da teoria do valor baseada em suposições e definições específicas. Eles fornecem uma revisão abrangente da literatura teórica recente e mostram que, ao contrário da sabedoria recebida, existem várias interpretações alternativas teoricamente sólidas, empiricamente relevantes e logicamente consistentes da teoria do valor-trabalho, baseadas em diferentes suposições e definições. Yoshihara analisa minuciosamente o desenvolvimento da teoria da exploração na economia marxista matemática desde os anos 1970 até hoje, com um foco especial nas controvérsias em torno da relação entre lucros e exploração nas economias capitalistas e sua relevância para a definição do conceito de exploração.

Finalmente, o artigo de Omar Dahi e Firat Demir foca no comércio internacional e na economia do desenvolvimento, e em particular analisa a literatura de custo-benefício sobre trocas econômicas Sul-Sul versus Sul-Norte. Após fornecer uma discussão sobre a definição das noções de 'Norte' e 'Sul' e oferecer uma visão estatística das relações econômicas Sul-Sul, o artigo fornece uma estrutura para situar a literatura revisando os objetivos tradicionais do desenvolvimento, bem como os benefícios e desvantagens da integração na economia global em direções tanto Sul-Sul quanto Sul-Norte.

Referências:

Marx, K. (1867 [1977]) Capital. A Critique of Political Economy, Vol. I. London: Penguin.
Minsky, H.P. (1986) Stabilizing an Unstable Economy. New Haven: Yale University Press.
Keynes, J.M. (1936) The General Theory of Employment, Interest, and Money. London: Macmillan.
Kurz, H. and Salvadori, N. (1995) Theory of Production: A Long-Period Analysis. Cambridge:
Cambridge University Press.

2
TOMANDO ESTOQUE: UMA MODELAGEM RIGOROSA DOS ESPÍRITOS ANIMAIS EM MACROECONOMIA
Reiner Franke
Universidade de Kiel (ALE)

Frank Westerhoff
Universidade de Bamberg (ALE)

1. Introdução
Uma questão chave na qual a teoria macroeconômica heterodoxa difere da ortodoxa é a noção de expectativas, onde ela rejeita decididamente a hipótese das expectativas racionais. Em vez disso, para enfatizar sua visão de um mundo em constante mudança com sua incerteza fundamental, os economistas heterodoxos frequentemente se referem à famosa ideia dos ‘espíritos animais’. Esta é uma palavra-chave útil que não apresenta problemas particulares em discussões conceituais gerais. No entanto, dado o enigma que envolve a expressão, o que ela pode significar quando se trata de modelagem formal rigorosa? Na maioria das vezes, os autores enfeitam seu modelo com esta palavra, mesmo que possa haver apenas conexões frouxas com ela. A presente pesquisa foca em abordagens heterodoxas que levam a noção dos ‘espíritos animais’ mais a sério e, buscando aprender mais sobre seu significado econômico, tentam projetar modelos dinâmicos que sejam capazes de capturar definitivamente alguns de seus aspectos cruciais [1].

[1]: O termo é tão atraente que vários economistas ortodoxos também o invocam para divulgar seus modelos. Em um ramo da literatura de equilíbrio geral estocástico dinâmico, o termo é usado de forma intercambiável com equilíbrios de manchas solares e profecias autorrealizáveis. É desnecessário dizer que a discussão no presente artigo não tem nada a ver com esses (muito elaborados) refinamentos das expectativas racionais, onde observações de um processo estocástico exógeno induzem os agentes a se coordenarem em alternâncias recorrentes entre múltiplos equilíbrios; veja, por exemplo, Farmer e Guo (1994) e Galí (1994).

O contexto do termo, conforme é comumente referido, é o Capítulo 12 da Teoria Geral de Keynes, onde ele discute outra ‘característica elementar da natureza humana’, a saber, ‘que uma grande proporção de nossas atividades positivas depende mais do otimismo espontâneo do que de uma expectativa matemática’ (Keynes, 1936, p. 161). Embora o capítulo seja intitulado ‘O estado da expectativa a longo prazo’, Keynes deixa claro que está preocupado com ‘o estado da expectativa psicológica’ (p. 147) [2].

[2]: O termo real ‘espíritos animais’ é mencionado no mesmo capítulo na página 161.

sexta-feira, 31 de maio de 2024

Como a Linguagem Informa a Matemática: Conectando a Dialética Hegeliana e os Modelos Marxianos (Dirk Damsma)

DAMSMA, Dirk. How Language Informs Mathematics: bridging Hegelian dialectics and Marxian models. In: How Language Informs Mathematics. Brill, 2019.

Sumário

Lista de Figuras e Tabelas ix  

Agradecimentos x  

Conteúdo Resumido xii  

Nota sobre o Estilo de Referenciamento e o Uso de Capitalização e Ênfase nesta Obra xiii  

Lista de Símbolos xv  

Introdução 1  

Parte 01 - Sobre os Métodos Dialéticos de Marx e Hegel 7

Introdução 7  

1. A Cronologia da Dialética Histórica e Sistemática de Hegel e Marx 7  

2. O Método de Hegel 9  

3. Comentários de Marx sobre Hegel, Suas Implicações e a Reinterpretação de Marx sobre o Método Dialético de Hegel 22  

4. Comentadores e Estudos sobre a Dialética de Marx 29  

Resumo e Conclusões 40  

Prévia 44  

Parte 02 - As Fundações Dialéticas da Matemática 46

Introdução 46  

1. Literatura Anterior sobre Hegel e Matemática 47  

2. A Determinação Hegeliana do Quantitativo 53  

   A. Qualidade 53  

   2.1 Ser 53  

   2.2 Nada 54  

   2.3 Tornar-se 55  

   2.4 Presença 56  

   2.5 Algo e Outro 57  

   2.6 Um e Muitos Uns 58  

   2.7 Atração e Repulsão 59  

   B. Quantidade 60  

   2.8 Quantidade 60  

   2.9 Magnitude Contínua e Discreta 61  

   2.10 Quantum e Número 61  

   2.11 Unidade e Quantidade 62  

   2.12 Limite 64  

   2.13 Magnitude Intensiva e Extensiva 65  

   C. Medida 66  

   2.14 Medida 66  

3. A Determinação Hegeliana da Mecânica Matemática 66  

   A. Espaço e Tempo 67  

   3.1 Espaço 67  

   3.2 Dimensões Espaciais 67  

   3.3 O Ponto 68  

   3.4 A Linha 68  

   3.5 O Plano 69  

   3.6 Espaço Distinto 69  

   3.7 Tempo 69  

   3.8 Dimensões Temporais 70  

   3.9 Agora 71  

   3.10 Lugar 71  

   3.11 Movimento 72  

   3.12 Matéria 72  

Resumo e Conclusões: Como Esta Dialética Reflete na Matemática 73  

Apêndice: Comparação da Determinação do Quantitativo na Wissenschaft e na Encyclopädie 79  

   A1. Ser, Nada, Tornar-se, Presença, Algo e Outros 80  

   A2. Limite Qualitativo 80  

   A3. Finitude e Infinidade 81  

   A4. Verdadeiro Infinito 81  

   A5. Ser-para-si 81  

   A6. Um, Muitos Uns, Repulsão, Atração, Quantidade, Magnitude Contínua e Discreta, Quantum, Número, Unidade e Quantidade, Limite Quantitativo e Magnitude Intensiva e Extensiva 82  

   A7. Infinito Quantitativo 83  

   A8. Razão Direta 83  

   A9. Razão Inversa 84  

   A10. Razão de Potências 85  

   A11. Medida 85  

Observações Conclusivas 86  

Parte 03 - A Dialética Sistemática de Marx e a Matemática 87 

Introdução 87  

1. O Conhecimento e as Ideias de Marx sobre Matemática 88  

2. A Exposição de Marx sobre o Capitalismo como um Sistema: A Posição Sistemática-Dialética 96  

   2.1 Associação 96  

   2.2 Dissociação 97  

   2.3 Associação: A Relação de Troca 97  

   2.4 A Mercadoria, a Troca e a Barganha 98  

   2.5 Valor na Troca 99  

   2.6 A Forma Simples, Expandida e Geral da Mercadoria e a Forma Dinheiro do Valor 99  

   2.7 Dinheiro como Medida de Valor, Meio de Circulação e Fim da Troca 100  

   2.8 Capital 101  

   2.9 Capital Constante e Variável 102  

   2.10 Acumulação 103  

   2.11 Os Ciclos do Capital Dinheiro, Capital Produtivo e Capital Mercadoria 104  

   2.12 Capital Fixo e Circulante 106  

   2.13 Reprodução Simples, Meios de Produção, Bens de Consumo, Capital Social Total e Reprodução Expandida 107  

   2.14 Taxa Geral de Lucro, Muitos Capitais, Competição e Preços Mínimos de Produção 108  

3. O Papel da Matemática na Investigação e Exposição de Marx em Capital: o Caso dos "Esquemas de Reprodução" de Marx 108  

   3.1 Reprodução Simples 112  

      3.1.1 O Modelo 112  

      3.1.2 Conclusões 126  

   3.2 Reprodução Expandida 128  

      3.2.1 O Modelo 128  

      3.2.2 Conclusões 137  

Resumo e Conclusões sobre o Papel da Matemática na Investigação e Exposição Sistemático-Dialética 140  

Parte 04 - Uma Reconstrução Dinâmica Formal dos Esquemas de Reprodução de Marx em Linhas Dialéticas 150

Introdução 150  

1. O Modelo para a Reprodução Simples 154  

2. Crescimento Extensivo do Capital Social Total 158  

3. O Modelo para a Reprodução Expandida 166  

Resumo e Conclusões 169  

Apêndice: Derivações  

   A1. Taxa de Acumulação e Crescimento para o Departamento c como uma Função da Acumulação e Crescimento no Departamento p com Crescimento Extensivo (expressões 4.15 e 4.16) 174  

   A2. Taxa de Crescimento do Capital Constante para o Departamento c no Caso de Reprodução Expandida (expressão 4.19) 176  

   A3. A Condição para Taxas Constantes de Acumulação no Caso de Reprodução Expandida (expressão 4.20) 177  

Resumo e Conclusões Gerais 178  

Referências 195  

Índice de Autores 206  

Índice de Assuntos 208

sábado, 25 de maio de 2024

Teoremas - Guia para provas matemáticas

CRUZ, Lito Perez. Theoremus: a student's guide to mathematical proofs. Springer Nature, 2021.

Texto original em inglês disponível aqui.

Parte I - Os Fundamentos

1 Introdução 3

1.1 O Mundo Virou Matemática 3

1.2 A Cultura e Tradição das Provas 4

1.3 As Provas Afiaram Habilidades de Pensamento 5

Referências 6

2 Teoremas e Provas 7

2.1 O Que São Teoremas? 7

2.2 O Que É um Argumento? 9

2.3 O Que É uma Prova? 11

    2.3.1 Provas Falaciosas 11

    2.3.2 Válidas e Sólidas 14

2.3.3 A Notação Tem um Papel 16

2.4 Reflexões 16

3 Tipos de Teoremas 19

3.1 O Que São Teoremas? 19

3.2 Declarações e Proposições 19

3.3 Se-Então 20

3.4 Se e Somente Se 21

3.5 Declarações de Equações 21

3.6 Declarações Quantificadas, “para todos” 22

3.7 Declarações Quantificadas, “existem” 23

3.8 Reflexões 24

Referências 24

4 Fundamentos Lógicos da Prova 25

4.1 Lógica Proposicional 25

    4.1.1 Componentes Básicos 26

    4.1.2 Valorações Verdadeiras/Falsas 26

    4.1.3 Equivalências Lógicas 29

    4.1.4 Regras de Inferência 30

    4.1.5 Reflexões 35

4.2 Lógica de Predicados 35

    4.2.1 Componentes Básicos 36

    4.2.2 Formas Categóricas 38

    4.2.3 Valorações Verdadeiras/Falsas 38

    4.2.4 Equivalências Lógicas 39

    4.2.5 Regras de Inferência 41

4.3 Alerta de Falácia 42

Referências 42

5 Tipos de Técnicas de Prova 43

5.1 Método Direto 43

5.2 Método Indireto 44

5.3 Prova por Contradição 45

5.4 Método da Esquerda-Direita 46

5.5 O Método dos Casos 48

5.6 Método da Indução Matemática 49

    5.6.1 Forma Fraca 49

    5.6.2 Forma Forte 50

    5.6.3 Por Que Funciona 51

5.7 Reflexões 53

5.8 Prova por Construção 54

Referências 56

Parte II - Uma Aplicação

6 Sistema Formal para PL 59

6.1 PL como um Sistema Formal 59

6.2 Sintaxe de PL 60

6.3 Indução na Fórmula de PL 64

6.4 Semântica de PL 66

6.5 Satisfiabilidade, Validade e Consequências 69

6.6 Sistema de Prova de PL 72

    6.6.1 Estilo Gentzen ND 73

    6.6.2 Regras de Inferência de Gentzen 74

6.7 Consistência, Completude e Solidez 77

    6.7.1 Particular 77

    6.7.2 Geral 78

6.8 Resolução 81

    6.8.1 Satisfiabilidade e Consistência Novamente 82

    6.8.2 As Formas Normais 83

    6.8.3 O Método 84

Referências 91

7 Sistema Formal para LPO 93

7.1 LPO como um Sistema Formal 93

7.2 Sintaxe de LPO 94

    7.2.1 Termos 94

    7.2.2 Fórmulas 95

    7.2.3 Concordância 98

    7.2.4 Substituição 98

7.3 Semântica de LPO 99

7.4 Sistema de Prova de LPO 102

    7.4.1 Consistência, Completude e Solidez 104

7.5 Resolução 107

    7.5.1 Forma Retificada 108

    7.5.2 Forma Prenexa 109

    7.5.3 Algumas Equivalências Úteis 110

    7.5.4 Skolemização 111

    7.5.5 Unificação 114

    7.5.6 O Procedimento 115

Referências 119

8 Fazendo a Matemática 121

8.1 Teorias de Primeira Ordem 121

    8.1.1 Definição de Teorias 122

    8.1.2 Alguns Exemplos 123

8.2 A Produção de Teoremas 125

    8.2.1 Provas Falaciosas 125

    8.2.2 Provas Realmente Sérias 127

Referências 129

Índice 131

terça-feira, 14 de maio de 2024

Planificação Econômica Democrática - Robin Hahnel

HAHNEL, Robin. Democratic Economic Planning. Routledge, 2021.

Livro original em inglês disponível aqui.

Este livro é dedicado a todos que acreditaram e lutaram por um sistema econômico melhor do que aqueles que os humanos conseguiram criar até agora. Também é dedicado aos meus filhos e netos – Jesse, Ilana, Sara, Tanya, Dylan, Aidan, Eleanor, Beckett e Ida – que espero que aproveitem os muitos benefícios de um sistema econômico melhor durante suas vidas.

Sumário:

    Introdução 1

    Semântica 1

    Contexto político 2

    Planejamento socialista na história do pensamento econômico 3

    Primeiro debate sobre o cálculo socialista 3

    Debate pós-Segunda Guerra Mundial 3

    Debate pós-Soviético 4

PARTE I - Preliminares 7

Introdução à Parte I 9

1 Definindo objetivos 11

    Eficiência 11

    Autogestão econômica 14

    Justiça econômica 16

    Sustentabilidade ambiental 22

    Solidariedade 24

    Variedade 25

2 Capitalismo social-democrata 27

    Melhor do que o capitalismo neoliberal, mas não bom o suficiente 27

    Por que não empresa privada? 27

    Empresa privada é incompatível com justiça econômica 30

    Por que não mercados? 33

    Os mercados são ineficientes 34

    Externalidades são onipresentes 34

    Os mercados muitas vezes não são competitivos 37

    Os mercados frequentemente falham em equilibrar 37

    Problemas práticos com corretivos de políticas 38

    Os mercados de trabalho são injustos 40

    Os mercados subvertem a democracia 41

    Os mercados minam os laços que nos unem 43

    Conclusão 45

    Parte I: conclusão 49

PARTE II - Planejamento central 51

    Introdução à Parte II 53

3 Planejamento central: como fazer 55

    Um modelo de múltiplos bens para um ano 55

    Um modelo de múltiplos bens para múltiplos anos 57

    Questões de informação no planejamento central 60

    Encontrando a função de bem-estar social 60

    Respondendo à crítica do conhecimento tácito 62

    Balanços materiais 63

    Preços de teste 64

    Quantidades de teste 66

    Procedimentos de gradiente 68

4 Planejamento central: por que não fazer 72

    Planejamento central: um jogo de gato e rato com a informação 72

    Planejamento central obstrui a autogestão dos trabalhadores 76

    Conclusão 78

    Parte II: conclusão 80

PARTE III - Uma economia participativa 83

    Introdução: resposta à Tia Tina 85

5 Uma economia participativa em resumo 88

    Propriedade social 88

    Instituições principais 88

    Conselhos de trabalhadores 89

    Trabalhos equilibrados 89

    Conselhos de consumidores de bairro 90

    Federações 90

    Renda baseada no esforço e na necessidade 91

    Planejamento participativo 91

    O desafio 92

    O procedimento de planejamento anual em resumo 93

    Uma economia participativa e autogestão 96

6 Aprofundando em uma economia participativa 98

    Propriedade social 98

    Culturas indígenas e os bens comuns naturais 98

    Socialismo e os bens comuns produtivos 98

    Um bem comum produtivo para os tempos modernos 99

    Conselhos de trabalhadores 102

    Partes interessadas externas 103

    Nascimento e morte de conselhos de trabalhadores 104

    Objeções aos trabalhos equilibrados 105

    Incentivos 108

    Justiça, confiança e solidariedade 108

    Medindo esforço e sacrifício 109

    Limitando avaliações médias de esforço 117

    Eficiência motivacional 118

    Eficiência alocativa 119

    Eficiência dinâmica 120

    Consumo 121

    Subsídios 121

    Poupança e empréstimo 122

    Conselhos e federações 127

    Conselhos 127

    Governança das federações 128

    Avaliações para bens públicos 128

7 O procedimento de planejamento anual participativo 130

    Quem diz não? 130

    Tratamento de bens de capital durante o planejamento anual 133

    Bens públicos 133

    Poluição 138

    O mecanismo de revelação de demanda por poluição 139

    Superando incentivos perversos 141

    Múltiplas vítimas 141

    Deturpação 143

    Conclusão 148

    Uma ressalva importante 149

    Análise teórica do bem-estar 149

    Um modelo heurístico 150

    Conselhos de consumidores 151

    Conselhos de trabalhadores 152

    Um modelo formal 154

    Comparando suposições 157

    O que o planejamento participativo não é 157

    O planejamento participativo não é planejamento central 157

    O planejamento participativo não é uma grande reunião 158

    O planejamento participativo não é um leiloeiro walrasiano 158

    Apêndice sobre níveis eficientes de emissões 159

8 Dissipando confusões comuns 163

    O problema do sapato roxo de salto alto tamanho 6 com bico amarelo 163

    Ajustes pós-plano 167

    Se parece com um mercado e cheira como um mercado... 170

9 Simulações computacionais de planejamento participativo 173

    Propósito 173

    Plataformas 175

    O algoritmo 176

    Praticidade: quantas iterações serão necessárias? 177

    Limite 178

    Regra de ajuste de preços 179

    Preços iniciais 181

    Mudando os expoentes nas funções de produção e bem-estar 182

    Acompanhando quando diferentes limites são alcançados 183

    Robustez: sensibilidade ao relaxamento de suposições 185

    Intervenção por pessoal do IFB 186

    Benefícios da intervenção humana 186

    Perigos da intervenção humana 187

    Pesquisa futura em simulações 188

    Conclusão: uma possibilidade prática? 189

10 Trabalho reprodutivo 195

    Conceitualizando a atividade reprodutiva 195

    Diferentes tipos de trabalho reprodutivo 196

    Supondo educação e saúde 197

    A escolha entre público e privado 198

    Trabalho reprodutivo na economia participativa 199

    Caucuses de mulheres 200

    Trabalhos equilibrados para trabalho de cuidado 201

    Legislação anti-discriminação 201

    Ação afirmativa 202

    Atividade reprodutiva em domicílios 202

    Trabalho doméstico em domicílio 203

    Trabalho de cuidado em domicílio 204

    Trabalho de socialização em domicílio 206

    Conclusão 207

    Parte III: conclusão 211

    Perigos a serem evitados 211

    Características únicas do planejamento participativo 212

PARTE IV - Planejamento de investimento 215

    Introdução à Parte IV 217

11 Planejamento de investimento agregado 219

    Um modelo de um bem para três anos 219

    Um planejador de investimento onisciente 220

    Realidade vs. teoria 222

    Informação faltante 222

    Pessoas faltantes 222

    Inerentemente antidemocrático 222

    Planejamento de investimento agregado participativo 222

    Desafios 223

    O procedimento de planejamento de investimento 226

    Sequenciamento de investimento e planejamento anual 229

    Ganhos de bem-estar com atualização de planos de investimento 232

    Conclusão 236

12 Planejamento de investimento abrangente 238

    Produzindo quantidades eficientes de diferentes bens de capital 238

    Alocando direitos de uso para diferentes bens de capital de forma eficiente 244

    Parte IV: conclusão 246

    Participantes no planejamento de investimento agregado 246

    Participantes no planejamento detalhado de investimento 247

PARTE V - Planejamento de desenvolvimento de longo prazo 249

    Introdução à Parte V 251

13 Planejamento educacional participativo 253

    O que o planejamento educacional decide? 254

    “Produzindo” educação 254

    Benefícios da educação 255

    Investindo a quantidade eficiente em educação 256

    Uma nota sobre prazos 257

    Participantes 257

    Proposta de planejamento educacional 258

14 Planejamento ambiental participativo 261

    Características únicas do planejamento ambiental 261

    O que o planejamento ambiental decide? 263

    Investindo a quantidade eficiente para proteger o meio ambiente 263

    Participantes 264

    Proposta de planejamento ambiental 264

15 Planejamento econômico internacional participativo 268

    Contexto internacional 269

    Objetivos 269

    Questões a serem consideradas 270

    Três regras para orientar a política comercial 272

    Avaliando vantagens comparativas 275

    Alcançando comércio eficiente durante o planejamento anual 276

    Investimento financeiro internacional 277

    O que o planejamento econômico internacional participativo decide? 278

    Uma transformação eficiente das vantagens comparativas 278

    Participantes no planejamento econômico internacional estratégico participativo 280

    O tamanho importa? 281

    Conclusão 282

    Apêndice sobre investimento em infraestrutura 285

    Investindo a quantidade eficiente em infraestrutura 286

Parte V: conclusão 289

    Planejamento educacional 290

    Planejamento ambiental 290

    Planejamento econômico internacional 290

    Conclusão 293

    O debate sobre o cálculo socialista um século depois 293

    Reconciliando planejamento democrático e autonomia 297

    Custos de oportunidade, custos sociais e taxas de retorno sociais 298

    Condições iguais para consumo público e privado 299

    Externalidades eliminadas! 299

    Distribuição de renda e incentivos 300

    Abordando preocupações sobre impraticabilidade 300

    Integrando planos de longo e curto prazo 301

    Trabalho reprodutivo 302

    Olhando para o futuro 303

    Uma ponte longe demais? 304

Apêndice: outras propostas de planejamento democrático 305

    Introdução 305

    1 Economia baseada na comunidade 306

    2 O modelo “escocês” 312

    3 Coordenação iterativa democrática multinível 317

    4 Coordenação negociada 323

    5 Socialismo da Amazon 332

    Epílogo sobre preços no socialismo 341

    Índice 345