quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Teoria Microeconômica Heterodoxa - F. S. Lee


Sumário:

1 A criação da microeconomia heterodoxa

    1.1 Economia é a ciência do processo de provisão social

    1.2 Economia heterodoxa

    1.3 Comunidade de economistas heterodoxos

    1.4 Teoria econômica heterodoxa

    1.5 Núcleo teórico

    1.6 Microeconomia heterodoxa

    1.7 Metodologia da economia heterodoxa

    1.8 Fundação filosófica

    1.9 Estratégia de pesquisa: método da teoria fundamentada

    1.10 Questões de métodos de pesquisa

    1.11 Caráter histórico das teorias econômicas heterodoxas

    1.12 A criação da teoria microeconômica heterodoxa

2 Estrutura, agência e modelagem da economia

    2.1 O processo de provisão social

    2.2 Representando e modelando a estrutura produtiva da economia e o excedente

    2.3 Produção circular

    2.4 Produção circular, insumos não produzidos e escassez

    2.5 Bens de investimento fixo, reservas de recursos e o excedente

    2.6 Provisão social como uma planta em operação

    2.7 Representando a relação entre o excedente social e a renda

    2.8 Classes, estado e moeda estatal

    2.9 Despesas governamentais, moeda estatal e o setor financeiro

    2.10 Lucros, rendas e o excedente social

    2.11 Provisão social como uma economia em operação

    2.12 Agência, pessoas atuantes, organizações e instituições

    2.13 A pessoa atuante

    2.14 A empresa

    2.15 O estado

    2.16 O lar

    2.17 Organizações de governança de mercado

    2.18 Sindicatos

    2.19 Agência, pessoas atuantes e decisões centrais

    2.20 Modelando a economia como um todo

3 A empresa: estruturas

    3.1 Estrutura organizacional da empresa

    3.2 Estrutura de tomada de decisões e a empresa atuante

    3.3 Motivação

    3.4 Estrutura de tomada de decisões

    3.5 Procedimentos de contabilidade gerencial

    3.6 Estrutura de produção e custos

    3.7 Produção, tecnologia, plantas e custos diretos

    3.8 Técnica de produção de oficina e despesas de oficina

    3.9 Técnica de produção da empresa e despesas da empresa

    3.10 Estrutura de produção e custos de uma linha de produtos

    3.11 A teoria heterodoxa de produção e custos

4 A empresa: agência e mecanismos causais

    4.1 Custeio e precificação

    4.2 Precificação orientada pelo custeio

    4.3 Precificação orientada pela margem de lucro

    4.4 Preços de continuidade operacional

    4.5 Precificação e a margem de lucro

    4.6 Governança de mercado e preços de mercado

    4.7 Investimento

    4.8 Planejamento de longo prazo

    4.9 Decisões de investimento

5 Mercados e demanda pelo produto social

    5.1 Mercado, indústria e o processo de provisão social

    5.2 Mercado como uma instituição para a provisão social

    5.3 Mercado: definido e delineado

    5.4 Mercado e indústria

    5.5 Demanda pelo produto social

    5.6 Lar atuante e demanda de consumo

    5.7 Estrutura da demanda de mercado e o preço de mercado

    5.8 Preços diferenciais e fluidez das participações de mercado

    5.9 Relação entre o preço de mercado e as vendas de mercado

    5.10 Empresa em operação, produção sequencial e o preço de mercado

    5.11 Competição, poder de mercado e o preço de mercado em operação

    5.12 Poder de mercado e instabilidade de preços

    5.13 Instabilidade de preços e a empresa em operação

6 Competição, o preço de mercado e a governança de mercado

Abordagem heterodoxa à competição de mercado e governança de mercado

Competição e concentração de mercado

Base para a competição de mercado gerida

Governança de mercado: controlando a instabilidade através da regulação dos mercados

Governança de mercado privada e o preço de mercado: associações comerciais

Forma legal

Constituição e propósito

Organização e gestão

Atividades gerais

Governança de mercado privada e o preço de mercado: liderança de preço

A empresa dominante definida e identificada

Determinando o preço de mercado

A empresa dominante e o preço de mercado

Aparência e estabilidade da empresa dominante

A evolução da empresa dominante: custos

A evolução da empresa dominante: estratégia competitiva

Governança de mercado pública e o preço de mercado: regulações governamentais

Competição de mercado e o controle do processo de provisão social

7 Microeconomia e o processo de provisão social

Provisão social e excedente social

Modelo de precificação e teoria dos preços

Modelo de produção-emprego e o excedente social

A economia em operação e seu núcleo teórico

Preços e decisões de produção-emprego

Preços e a empresa em operação

Excedente social, o estado, e salários e lucros

Excedente social e provisão social

Teoria do valor e microeconomia heterodoxa

8 O papel da microeconomia na economia heterodoxa: a visão de um teórico micro heterodoxo

Introdução

A economia como um todo, como uma fundação conceitual e teórica

Demanda efetiva, distribuição de renda e o processo de provisão social

Microeconomia na economia heterodoxa

Tópicos de microeconomia heterodoxa e pesquisas futuras

Apêndices:

Apêndice 1 Syllabus do curso de microeconomia heterodoxa

Apêndice 2 Conjuntos de problemas narrativos-qualitativos-analíticos

domingo, 28 de julho de 2024

O Multiplicador Sraffiano - Franklin Serrano



SUPERMULTIPLICADOR SRAFFIANO

Índice:

CAPÍTULO UM: DA DEMANDA EFETIVA PARA A DEMANDA EFICAZ

I. INTRODUÇÃO

II. DEMANDA EFETIVA DE LONGO PRAZO

1. Um Fato Estilizado

2. Da Demanda Efetiva para a Demanda Eficaz

III. O FLUXO CIRCULAR DE RENDA

3. Um Modelo Simples

4. Consumo Induzido

5. O Multiplicador

6. A Propensão Marginal a Consumir

IV. O CARÁTER DUAL DO INVESTIMENTO

7. Investimento e Capacidade

8. Investimento Induzido

9. A Relação entre Investimento e Capacidade

V. O SUPERMULTIPLICADOR E A PROPENSÃO A GASTAR

10. O Supermultiplicador

11. A Propensão Marginal a Gastar

12. Os Limites do Crescimento Puxado pela Demanda

13. O Papel da Demanda Autônoma

sexta-feira, 26 de julho de 2024

O Princípio da Demanda Efetiva no Curto e no Longo Prazo em Marx, Kalecki e Keynes

HEIN, E. The principle of effective demand in the short and the long run: Marx, Kalecki, Keynes, and beyond. Working Paper, No. 235/2024. Institute for International Political Economy (IPE), Berlin School of Economics and Law, 2024. Disponível em: https://www.ipe-berlin.org/fileadmin/institut-ipe/Dokumente/Working_Papers/ipe_working_paper_235.pdf.

Resumo

O princípio da demanda efetiva e a reivindicação de sua validade para uma economia monetária de produção no curto e no longo prazo é o núcleo da macroeconomia heterodoxa, como atualmente encontrada em todas as diferentes vertentes da economia pós-keynesiana (fundamentalistas, kaleckianos, sraffianos, kaldorianos, institucionalistas) e também em algumas vertentes da economia neo-marxiana, particularmente na escola do capitalismo monopolista e subconsumista. Nesta contribuição, delinearemos, portanto, os fundamentos do princípio da demanda efetiva e sua relação com a respectiva noção de uma economia capitalista ou de produção monetária nos trabalhos de Marx, Kalecki e Keynes. Em seguida, lidaremos com a macroeconomia heterodoxa de curto prazo e apresentaremos um modelo simples de curto prazo, que se baseia no princípio da demanda efetiva, bem como no conflito de distribuição entre diferentes grupos sociais (ou classes): rentistas, gestores e trabalhadores. Finalmente, passaremos para o longo prazo e revisaremos a integração do princípio da demanda efetiva em algumas variantes das abordagens heterodoxas/pós-keynesianas em relação à distribuição e ao crescimento, o modelo Kaldor-Robinson, o modelo Kalecki-Steindl e o modelo do Supermultiplicador Sraffiano.

Sumário:

1. Introdução
2. A rejeição da lei de Say e o princípio da demanda efetiva em Marx, Kalecki e Keynes
    2.1 Karl Marx
    2.2 Michał Kalecki
    2.3 John Maynard Keynes
3. Um modelo macroeconômico de curto prazo pós-keynesiano/kaleckiano simples baseado no princípio da demanda efetiva
4. O princípio de demanda efetiva de longo prazo em modelos heterodoxos de distribuição e crescimento
    4.1 O modelo pós-keynesiano Kalecki-Steindl
    5.1 O modelo de crescimento do Supermultiplicador Sraffiano
5. Conclusões

segunda-feira, 22 de julho de 2024

A Dinâmica de Acumulação de Capital em Marx e Solow - C. Nikolaos e P. Tsaliki

NIKOLAOS, Chatzarakis; TSALIKI, Persefoni. The Dynamics of Capital Accumulation in Marx and Solow. Structural Change and Economic Dynamics, v. 57, p. 148-158, 2021.

Sumário:

1. Introdução

2. Modelo de crescimento de Solow

3. Teoria da acumulação de Marx

4. Teoria do crescimento de Marx vs. Solow

5. Conclusão

Métodos Quantitativos para Ciências Sociais - Stockemer e Bordeleau

STOCKEMER, Daniel; STOCKEMER, Glaeser; GLAESER, J. Quantitative methods for the social sciences. Cham, Switzerland: Springer International Publishing, 2019.

Sumário:

1 Introdução 1

2 O Essencial da Ciência Social Empírica 5

2.1 O que é Pesquisa Empírica nas Ciências Sociais? 5

2.2 Pesquisa Qualitativa e Quantitativa 8

2.3 Teorias, Conceitos, Variáveis e Hipóteses 10

    2.3.1 Teorias 10

    2.3.2 Conceitos 12

    2.3.3 Variáveis 13

    2.3.4 Hipóteses 16

2.4 O Processo de Pesquisa Quantitativa 18

Referências 20

3 Uma Breve Introdução à Pesquisa por Questionário 23

3.1 O que é Pesquisa por Questionário? 23

3.2 Uma Breve História da Pesquisa por Questionário 24

3.3 A Importância da Pesquisa por Questionário nas Ciências Sociais e Além 26

3.4 Visão Geral de Algumas das Pesquisas Mais Utilizadas nas Ciências Sociais 27

    3.4.1 O Estudo Comparativo dos Sistemas Eleitorais (CSES) 28

    3.4.2 O World Value Survey (WVS) 29

    3.4.3 O European Social Survey (ESS) 29

3.5 Diferentes Tipos de Pesquisas por Questionário 30

    3.5.1 Pesquisa Transversal 30

    3.5.2 Pesquisa Longitudinal 32

Referências 34

4 Construindo um Questionário 37

4.1 Tipos de Perguntas que um Pesquisador Pode Fazer 37

4.2 Ordenação das Perguntas 38

4.3 Número de Perguntas 38

4.4 Acertando nas Perguntas 39

4.5 Desejabilidade Social 41

4.6 Perguntas Abertas e Fechadas 42

4.7 Tipos de Perguntas Fechadas em Pesquisas por Questionário 44

    4.7.1 Escalas 44

    4.7.2 Pergunta Dicotômica 47

    4.7.3 Perguntas de Múltipla Escolha 47

    4.7.4 Perguntas Contínuas Numéricas 48

    4.7.5 Perguntas Categóricas 48

    4.7.6 Perguntas de Ordem de Classificação 49

    4.7.7 Perguntas em Tabela Matriz 49

4.8 Diferentes Variáveis 50

4.9 Codificação de Diferentes Variáveis em um Conjunto de Dados 51

    4.9.1 Codificação de Variáveis Nominais 52

4.10 Elaborando um Questionário: Informações Gerais 52

4.10.1 Elaborando um Questionário: Abordagem Passo a Passo 53

4.11 Exemplo de Questionário 54

    4.11.1 Informações de Contexto Sobre o Questionário 55

Referências 56

5 Conduzindo uma Pesquisa por Questionário 59

5.1 População e Amostra 59

5.2 Amostras Representativas, Aleatórias e Tenciosas 60

5.3 Erro de Amostragem 63

5.4 Técnicas de Amostragem Não Aleatórias 64

5.5 Diferentes Tipos de Pesquisas 66

5.6 Qual Tipo de Pesquisa os Pesquisadores Devem Utilizar? 68

5.7 Pré-Testes 69

    5.7.1 O que é um Pré-Teste? 69

    5.7.2 Como Conduzir um Pré-Teste? 70

Referências 71

6 Introduzindo R e Estatísticas Univariadas 73

6.1 Linguagem de Programação R 73

    6.1.1 Baixando R e RStudio 73

    6.1.2 Interface do RStudio 74

    6.1.3 Pacotes do R 75

    6.1.4 Noções Básicas de R 76

6.2 Importando Dados para o R 77

6.3 Tabela de Frequência 79

    6.3.1 Construindo uma Tabela de Frequência no R 79

6.4 Medidas de Tendência Central 80

    6.4.1 Média 80

    6.4.2 Mediana 81

    6.4.3 Moda 81

    6.4.4 Intervalo 81

    6.4.5 Medidas de Tendência Central no R 81

6.5 Exibindo Dados Graficamente com Gráficos de Pizza, Boxplots e Histogramas 82

    6.5.1 Gráficos de Pizza 82

    6.5.2 Boxplot 84

6.5.3 Histograma 85

6.6 Medidas de Dispersão, Erro de Amostragem e Intervalos de Confiança 86

    6.6.1 Calculando Intervalos de Confiança no R 90

Referências 90

7 Estatísticas Bivariadas com Variáveis Categóricas 93

7.1 Teste t para Amostras Independentes 93

    7.1.1 Calculando um Valor t para Teste t de Amostras Independentes 95

    7.1.2 Realizando um Teste t para Amostras Independentes no R 96

    7.1.3 Interpretando um Teste t para Amostras Independentes 98

    7.1.4 Relatando os Resultados do Nosso Teste t para Amostras Independentes 98

7.2 Análise de Variância Unidirecional (ANOVA) 99

    7.2.1 Análise de Variância Unidirecional no R 100

    7.2.2 Interpretando os Resultados de um ANOVA 101

    7.2.3 Testes Pós-Hoc ou de Comparações Múltiplas no R 101

    7.2.4 Relatando os Resultados de um ANOVA e Testes de Comparação Pós-Hoc 103

7.3 Tabelas de Contingência e Teste do Qui-Quadrado 103

    7.3.1 Tabelas de Contingência 103

    7.3.2 Teste do Qui-Quadrado de Independência 105

    7.3.3 Testes do Qui-Quadrado no R 106

    7.3.4 Interpretando um Teste do Qui-Quadrado Realizado no R 107

    7.3.5 Relatando os Resultados de um Teste do Qui-Quadrado 107

Referências 107

8 Estatísticas Bivariadas com Duas Variáveis Contínuas 109

8.1 O que é uma Relação Bivariada entre Duas Variáveis Contínuas? 109

8.1.1 Relações Positivas e Negativas 109

8.2 Gráfico de Dispersão 110

8.3 Relação Positiva Exibida em um Gráfico de Dispersão 110

8.4 Relação Negativa Exibida em um Gráfico de Dispersão 110

8.5 Nenhuma Relação Exibida em um Gráfico de Dispersão 110

8.6 Traçando uma Linha em um Gráfico de Dispersão 112

8.7 Construindo um Gráfico de Dispersão no R 112

8.8 Análise de Correlação 114

8.9 Realizando uma Análise de Correlação no R 117

8.9.1 Interpretando e Relatando os Resultados de uma Correlação Usando R 118

8.10 Análise de Regressão Bivariada 118

8.11 Avaliando a Inclinação de uma Linha de Regressão 118

8.12 Avaliando o Termo de Erro 120

8.13 Realizando uma Análise de Regressão Bivariada no R 122

8.14 Interpretando os Resultados da Regressão 123

8.14.1 Estimativas do Coeficiente de Regressão e Intercepto 123

8.15 Erro Padrão e Valor t 123

8.16 Ajuste do Modelo 123

8.17 Relatando os Resultados da Regressão com uma Tabela de Modelo 125

8.18 Apresentando os Resultados em um Artigo de Pesquisa 125

Referências 126

9 Análise de Regressão Multivariada 127

9.1 As Formas de Variáveis Independentes a Incluir em Modelos de Regressão Multivariada 129

9.2 Interpretando um Modelo de Regressão Multivariada 129

9.3 Realizando um Modelo de Regressão Múltipla no R 130

9.4 Interpretando um Modelo de Regressão Múltipla 131

9.5 Relatando os Resultados de uma Análise de Regressão Múltipla 132

9.6 Encontrando o Melhor Modelo 132

9.7 Pressupostos do Modelo de Regressão por Mínimos Quadrados Ordinários (OLS) 133

Referências 136

Apêndice 1: Os Dados do Questionário de Amostra 137

Apêndice 2: Possíveis Atribuições de Grupo Relacionadas a Este Curso 139

Resumo do Livro 141