SHAIKH, Anwar. Capitalism: Competition, Conflict, Crises. Oxford University Press, 2016.
Sumário
Parte I: Fundamentos da Análise
Capítulo 01 - Introdução 3
I. Abordagem do Livro 3
Ordem e desordem 3
Resposta neoclássica à dualidade real 4
Resposta keynesiana e pós-keynesiana à dualidade real 4
Propósito diferente deste livro 4
II. Resumo do Livro 7
Parte I: Fundamentos da análise (capítulos 1–6) 8
Parte II: Competição real (capítulos 7–11) 14
Parte III: Macrodinâmica turbulenta (capítulos 12–17) 31
Capítulo 02 - Tendências turbulentas e estruturas ocultas 56
I. Crescimento turbulento 56
II. Produtividade, salários reais e custos reais unitários de mão de obra 59
III. Taxa de desemprego 61
IV. Preços, inflação e ciclos do ouro 62
V. Taxa geral de lucro 65
VI. Arbitragem turbulenta 66
VII. Preços relativos 69
VIII. Convergência e divergência em escala mundial 70
IX. Resumo e Conclusões 72
Capítulo 03 - Fundamentos Micro e Padrões Macro 75
I. Introdução 75
II. Processos Micro e Padrões Macro 78
Representação do comportamento humano individual 78
Representação do comportamento agregado 84
Relações agregadas, fundamentos micro e a questão da rigorosidade 87
III. Estruturas de Moldagem, Gradientes Econômicos e Propriedades Emergentes Agregadas 89
Estrutura analítica para microeconomia robusta 90
Curvas de demanda em declive descendente 91
Elasticidades de renda e Lei de Engel 92
Funções de Consumo e Poupança Agregadas 95
Simulações: Insensibilidade das relações agregadas aos fundamentos micro 96
IV. Metodologia para Análise Econômica 101
V. Gravitação Turbulenta 104
Equilibração como processo turbulento versus equilíbrio como estado alcançado 104
Estática, dinâmica e ciclos de crescimento 105
Diferenças nas dimensões temporais de variáveis econômicas chave 105
VI. Resumo e Implicações Centrais 109
Capítulo 04 - Produção e Custos 120
I. Introdução 120
II. Produção nas Teorias Econômicas 122
Investimento circulante versus fixo 122
Contas nacionais clássicas e convencionais 123
Produção e trabalho não produtivo 128
III. Relações de Produção Versus Funções de Produção 130
Dimensões estruturais e temporais da produção 130
Determinantes sociais e históricos da duração e intensidade da jornada de trabalho 131
Evidência empírica sobre as relações entre condições de trabalho e produtividade do trabalho 134
IV. Produção no Nível de uma Empresa 135
Condições de trabalho e "reversão" ao longo da fronteira das possibilidades de produção microeconômica 135
Saída e coeficiente de produção sob condições de trabalho socialmente determinadas 141
V. Custos, Preços e Lucros 151
Formas presumidas de curvas de custo nas teorias neoclássicas, neo-Ricardianas e pós-keynesianas 151
Curvas de custo sob condições gerais do processo de trabalho 153
Implicações de curvas de custo gerais para vários argumentos econômicos 157
VI. Evidência Empírica sobre Curvas de Custos 160
Capítulo 05 - Troca, Dinheiro e Preço 165
I. Introdução 165
II. Origens do dinheiro moderno 169
Commodities monetárias 170
Moedas 173
Tokens monetários 174
Tokens não conversíveis, moeda forçada e moeda fiduciária 175
Bancos, crédito e dinheiro 180
Funções essenciais do dinheiro 182
i. Dinheiro como meio de precificação 183
ii. Dinheiro como meio de circulação 183
iii. Dinheiro como meio de segurança 184
III. Teorias Clássicas do Dinheiro e do Nível Nacional de Preços 188
Teorias clássicas do dinheiro 189
A estrutura básica da teoria do dinheiro de Marx 191
Os elementos-chave na teoria do dinheiro de Marx 194
Padrões empíricos em relação à teoria do dinheiro de Marx 198
IV. Rumo a uma Teoria Clássica do Nível de Preços sob o Dinheiro Moderno 200
A determinação de preços relativos com tokens conversíveis 200
A determinação de preços relativos com tokens não conversíveis 203
Outras questões 203
Capítulo 06 - Capital e Lucro 206
I. Introdução 206
II. As Duas Fontes de Lucros Agregados 208
III. Produção, Tempo de Trabalho e Lucro 212
Nenhum lucro agregado sem trabalho excedente 213
Lucros positivos requerem trabalho excedente 216
Regra geral para medir lucros econômicos reais 217
O enigma dos efeitos de preços relativos sobre o lucro agregado 218
IV. Lucros Agregados e Transferências de Valor: uma Solução Geral para o "Problema da Transformação" Universal 221
Transferências de valor por meio de mudanças nos preços relativos 224
A influência das proporções de produção nas transferências de valor e lucro agregado 226
V. Lucros financeiros e lucro sobre transferência 229
VI. Teorias de Lucro Agregado em Diversas Escolas 231
VII. Revisão Crítica da Literatura sobre os Efeitos de Preços Relativos sobre o Lucro Agregado 238
VIII. Medição de Lucro e Capital 243
Parte II: Competição Real
Capítulo 07 - A Teoria da Competição Real 259
I. Introdução 259
II. Competição Real dentro de uma Indústria 261
III. Competição Real entre Indústrias 264
IV. Competição Real e a Noção de Capitais Reguladores 265
V. Fenômenos Gerais da Competição Real 267
VI. Evidência sobre Competição Real 272
1. O comportamento da empresa 272
i. Grupo de Pesquisa de Economistas de Oxford (OERG) e Hall e Hitch 272
ii. Andrews e Brunner 274
iii. Revisão de Harrod da concorrência imperfeita 278
iv. Redução de preços e entrada na literatura empresarial 282
2. Evidência empírica sobre custos operacionais das fábricas: Salter 284
3. Escolha de técnica sob condições de preço fixo versus redução de preços 288
4. Evidência empírica sobre custos, intensidade de capital e lucros ao nível da empresa 290
5. Evidência empírica sobre igualização das taxas reguladoras de lucro 295
i. Definição de medidas de taxas médias e reguladoras de lucro 298
ii. Evidência empírica para países da OCDE 301
iii. Testes econométricos de igualização de taxas de lucro 305
VII. Debate sobre Competição, Escolha de Técnica e Taxa de Lucro 313
A faixa viável de preços competitivos 316
Implicações em toda a economia da escolha de técnica 317
Implicações da escolha de técnica para a trajetória da taxa de lucro geral 322
Capítulo 08 - Debates sobre Concorrência Perfeita e Imperfeita 327
I. Visões Teóricas 327
1. Visões clássicas 330
i. Smith 330
ii. Ricardo 331
2. Marx 333
i. Capital regulador 336
ii. Escolha de técnica 337
iii. Viés da mudança técnica 339
3. A teoria da concorrência perfeita 340
i. Surgimento das visões de concorrência perfeita e capitalismo perfeito 340
ii. Walras e equilíbrio geral 341
iii. Walras e Marshall 343
iv. Walras e a economia neoclássica moderna 343
v. Papel crucial do comportamento de preço fixo 343
vi. Críticas à concorrência perfeita 344
vii. Externalidades e o Teorema de Coase 345
4. Concorrência perfeita requer expectativas irracionais 346
i. Conhecimento perfeito contradiz concorrência perfeita 346
ii. Falha da Teoria Quantitativa da Concorrência 347
iii. Necessidade de empresas competitivas considerarem a demanda 347
iv. Keynes e Kalecki sobre implicações macroeconômicas 348
v. Patinkin sobre implicações macroeconômicas 349
5. Visões de Schumpeter 349
6. Visões austríacas 351
i. Hayek 351
ii. Von Mises 351
iii. Kirzner 352
iv. Mueller 352
v. Avaliação geral da economia austríaca 352
7. Teoria Marxista do Capitalismo Monopolista 353
8. Surgimento das teorias de concorrência imperfeita 357
i. De concorrência perfeita para concorrência imperfeita 357
ii. Crítica inicial de Sraffa à teoria da empresa 357
iii. Chamberlin e Robinson 358
iv. Contra-ataque neoclássico 358
9. Visões de Kalecki e pós-keynesianas 359
i. Teoria de preços de Kalecki 359
ii. Teoria de preços pós-keynesiana 361
10. Visões clássicas modernas 364
i. Posições básicas sobre a relação entre preços de mercado e preços de produção 364
ii. Aceitação de preços versus fixação de preços 366
iii. Tamanho da empresa e grau de concorrência 367
II. Evidência Empírica sobre Concorrência e Monopólio 367
1. Introdução 367
2. Indicadores tradicionais de poder oligopolístico e monopolista 368
3. Rigidez de preços e poder monopolista 370
4. Rentabilidade e poder monopolista 372
5. Evidência empírica sobre taxas de lucro e poder monopolista 373
6. Evidência empírica sobre margens de lucro e poder monopolista 377
7. Colusão e Rentabilidade 379
Capítulo 09 - Concorrência e Preços Relativos Interindustriais 380
I. Introdução 380
II. Produção Simples de Mercadorias 381
III. A Equação Fundamental de Preços: Derivação de Adam Smith 385
1. Equação Fundamental se aplica a todos os preços 385
2. A Equação Fundamental para Preços Relativos 386
3. Efeitos amortecedores da integração vertical 388
IV. Medindo a Distância Entre Preços Relativos e seus Reguladores 388
1. Exemplo numérico dos efeitos de mudanças nas unidades 389
2. Deficiências da análise de regressão para análise transversal 389
3. Definindo a medida apropriada de desvios 391
V. Evidência sobre Preços de Mercado em Relação a Preços Diretos 395
1. Evidência transversal 395
2. Evidência de séries temporais 396
3. Testes de Schwartz–Puty da hipótese de séries temporais ricardianas 398
VI. Preços de Produção, Preços Diretos e Preços de Mercado 400
1. Questões teóricas 400
2. Exemplo numérico 404
VII. Evidência sobre Preços de Produção como Funções da Taxa de Lucro em Relação a Preços Diretos e Preços de Mercado 406
1. Modelo de capital circulante 406
2. Implicações de razões lineares de produção–capital 406
3. Modelo de capital fixo 410
VIII. Medidas de Distância Empíricas 413
IX. Evidência Empírica sobre Preços de Produção à Taxa de Lucro Observada em Relação a Preços Diretos e de Mercado 416
1. Evidência transversal 416
2. Resolução do enigma da distância dos preços de mercado em relação a preços de produção e diretos 417
3. Evidência de séries temporais 419
X. Curvas de Salários–Lucros, 1947–1998 422
XI. Origens e Desenvolvimentos da Teoria Clássica de Preços Relativos 424
1. Origens clássicas 424
2. Desenvolvimentos teóricos modernos 426
i. Sraffa 426
ii. Vertentes sraffianas 428
iii. Debate sobre a teoria de preços relativos 428
iv. Teoria neoclássica de distribuição e emprego 429
3. Evidência empírica moderna 433
XII. Resumo e Implicações da Teoria Clássica de Preços Relativos 438
Capítulo 10 - Competição, Finanças e Taxas de Juros 443
I. Introdução 443
1. Taxas de juros 443
2. Taxa líquida de lucro 443
3. Estrutura a termo 444
4. Teorias ortodoxas e heterodoxas da taxa de juros 444
5. Preços de títulos 444
6. Preços de ações 445
7. Arbitragem financeira 445
II. Concorrência e Taxas de Juros 447
1. Concorrência e setor bancário 447
2. Taxa de lucro da empresa (r – i) 447
3. Relação da taxa de juros com o nível de preços e a taxa de lucro 449
4. Implicações da teoria clássica da taxa de juros 452
5. Uma teoria estrutural da curva de rendimento 452
III. Concorrência e o Mercado de Ações 454
IV. Concorrência e o Mercado de Títulos 456
V. Resumo da Teoria Clássica das Finanças 458
VI. Evidência Empírica 461
1. Igualização da taxa reguladora de lucro do banco 461
2. Igualização da taxa de empréstimo do banco com o rendimento de títulos corporativos 461
3. Igualização das taxas de juros de ativos financeiros semelhantes 462
4. Taxas de juros não refletem margens fixas na taxa base 462
5. Taxa de lucro e a taxa de juros 464
6. Taxas de juros e preços 464
VII. Uma Pesquisa Crítica das Teorias de Taxa de Juros 475
1. Teorias de taxa de juros têm duas dimensões 475
2. Smith, Ricardo e Mill 475
3. Marx 476
4. Teorias neoclássicas e keynesianas do nível de taxas de juros 480
i. Arbitragem iguala taxas de retorno 480
ii. Dois problemas adicionais: Níveis de taxa de juros e estrutura a termo 480
iii. Teoria neoclássica do nível de taxas de juros 480
iv. Teorias keynesianas e hicksianas do nível de taxas de juros 480
v. Teorias pós-keynesianas do nível de taxas de juros 482
5. Teorias neoclássicas e keynesianas da estrutura a termo de taxas de juros 483
i. Keynes e Hicks sobre a estrutura a termo 484
ii. Teorias pós-keynesianas da estrutura a termo 485
6. Síntese de Panico das abordagens clássica e keynesiana 485
VIII. Teorias do Mercado de Ações 488
1. Arbitragem e teoria financeira moderna 488
2. Arbitragem e avaliação de ações 488
Capítulo 11 - Competição Internacional e a Teoria das Taxas de Câmbio 491
I. Introdução 491
1. Teoria do comércio é uma parte crítica dos debates sobre custos e benefícios da globalização 491
2.Teoria e prática do neoliberalismo 492
3. Defensores do neoliberalismo 493
4. Críticos do neoliberalismo 493
5. Debate parece ser sobre concorrência perfeita versus concorrência imperfeita 495
6. Concorrência real não implica custos comparativos: Reposicionando o debate 495
II. As Fundamentações Teóricas da Política de Comércio Convencional 495
1. Teoria convencional do livre comércio 495
2. Duas premissas cruciais: Custos comparativos e pleno emprego 496
3. Custos comparativos 496
4. Pleno emprego 497
5. Resumo da teoria de comércio padrão 498
6. Problemas com a teoria de comércio padrão 498
III. Reações aos Problemas da Teoria de Comércio Padrão 500
1. Reação 1 aos problemas da teoria padrão: Ajustamento lento 500
2. Reação 2 aos problemas da teoria padrão: Introduzir imperfeições 500
IV. Princípio de Custos Comparativos de Ricardo 502
1. Concorrência real 502
2. Ricardo também parte de empresas em busca de lucro 502
3. Ricardo sobre consequências macroeconômicas do comércio desequilibrado 502
4. Taxas de câmbio fixas versus flexíveis 503
5. Transformação da regra de custos absolutos para a regra de custos comparativos 503
6. Mudança de Ricardo do comércio realizado por capitais para comércio realizado por nações 504
7. Exemplo numérico do ajuste ricardiano 505
V. Concorrência Real Implica Vantagem em Custos Absolutos 508
1. Introdução 508
2. O primeiro problema: Feedback de preços para custos 508
3. O segundo problema: Desequilíbrios comerciais e balança de pagamentos 509
4. A teoria clássica do livre comércio 509
5. Regulação de capitais em um contexto internacional 510
i. Preços de produção antes do comércio 510
ii. Custos comparativos 510
iii. Custos absolutos 511
iv. Caso de referência de composições técnicas iguais mas eficiências diferentes 511
v. Independência completa de custos comparativos de preços relativos no caso de referência 512
vi. Caso geral 512
vii. A decomposição de Smith 513
viii. Custos reais comparativos integrados 514
ix. Três possíveis resultados no caso clássico 2 x 2 514
x. O caso intermediário é o geral 516
xi. Bens comercializáveis e não comercializáveis 516
xii. Paridade do Poder de Compra e Lei do Preço Único 517
xiii. Paridade do Poder de Compra e componente composicional da taxa de câmbio real 519
xiv. Custos reais efetivos como proxies para custos reguladores 519
6. Balanços comerciais, fluxos de capital e balança de pagamentos 520
7. Resumo da abordagem clássica ao livre comércio 522
VI. Evidência Empírica 522
1. A persistência de modelos teóricos empiricamente fracos como guia para políticas 527
2. Evidência empírica sobre a relação entre taxas de câmbio reais e custos reais 528
3. Implicações da abordagem clássica para taxas de câmbio de longo prazo 532
Parte III: Dinâmica Macroeconômica Turbulenta
Capítulo 12 - O Surgimento e Declínio da Macroeconomia Moderna 539
I. Introdução 539
1. Macroeconomia como consequências agregadas de ações individuais 540
2. Tendências centrais versus mundos idealizados 540
3. Macroeconomia, propriedades emergentes e leis turbulentas 541
4. Macroeconomia neoclássica e agentes representativos 542
5. Dez questões críticas na análise macroeconômica 542
i. As características microeconômicas não precisam se traduzir 542
ii. A macro sempre se baseou no comportamento micro 542
iii. Muitas bases micro são consistentes com algum padrão macro dado 543
iv. A noção de equalização turbulenta requer ferramentas correspondentes 543
v. As dimensões temporais são diferentes: processos rápidos e lentos 543
vi. O crescimento é o estado normal 544
vii. Expectativas, reais e fundamentos estão relacionados reflexivamente 544
viii. Concorrência real implica curvas de demanda decrescente 545
ix. Concorrência real não implica mercado sempre em equilíbrio 546
x. Lei de Say e a divisão na tradição clássica sobre demanda externa e neutralidade da moeda 546
6. Contabilidade para demanda, oferta e capacidade agregadas 548
i. Três equilíbrios ex ante 548
ii. Equilíbrios ex post 549
iii. Equilíbrios de equilíbrio 549
iv. Dimensões temporais 549
v. Relação básica poupança-investimento 550
vi. Produção e capacidade 550
vii. Utilização normal da capacidade não implica Lei de Say 552
II. Macroeconomia Pré-Keynesiana 553
1. A substituição da economia clássica pela economia neoclássica 553
2. Raízes walrasianas da economia neoclássica 553
3. Ortodoxia neoclássica pré-keynesiana 554
i. Proposições ortodoxas centrais atacadas por Keynes 554
ii. Argumento neoclássico sobre oferta de pleno emprego 555
iii. Argumento neoclássico sobre demanda agregada e taxa de juros 556
III. A Revolução de Keynes 557
1. Experiência prática de Keynes após a Primeira Guerra Mundial 557
2. Nova formulação de Keynes 558
i. A produção leva tempo, portanto, é governada pelo lucro esperado 558
ii. A demanda agregada tem componentes autônomos 558
iii. A poupança se ajusta ao investimento 558
iv. Derivação da relação investimento-poupança e o multiplicador 559
v. Efeitos da lucratividade e das taxas de juros no nível de produção 559
3. A representação IS-LM de Keynes pela abordagem de Hicks 561
4. Ascensão e queda da teoria e política keynesiana 563
5. Ascensão e queda do modelo IS-LM/Curva de Phillips 563
IV. O Retorno da Economia Neo-Walrasiana 566
1. Monetarismo 567
i. A velha Teoria Quantitativa do Dinheiro 567
ii. A nova Teoria Quantitativa do Dinheiro 568
iii. Friedman sobre a Grande Depressão 568
2. A taxa natural de desemprego e inflação no contexto de expectativas adaptativas 569
i. O problema enfrentado pelas teorias macro nos anos 70 569
ii. Emprego friccional nas teorias keynesianas e neoclássicas 570
iii. Taxas naturais de emprego e desemprego 570
iv. Efeitos de curto e longo prazo de mudanças na demanda agregada 572
v. A ligação com a inflação 573
vi. Taxa de inflação não acelerada do desemprego 575
3. Expectativas racionais e a Nova Teoria Clássica 576
i. Papel das expectativas em Friedman e Phelps 576
ii. Os Novos Clássicos constroem sobre essa estrutura 576
iii. Expectativas hiper-racionais 577
iv. Lucas 578
4. Teoria do Ciclo de Negócios Real 580
i. Estrutura analítica do modelo da Teoria do Ciclo de Negócios Real 580
ii. Implicações de política da Teoria do Ciclo de Negócios Real 581
iii. Calibração para imitar alguns padrões reais versus teste econométrico 582
5. Economia Keynesiana Neoclássica 583
6. Economia comportamental convencional 584
V. Kalecki 584
VI. Economia Pós-Keynesiana 587
1. Introdução 587
2. Davidson 588
3. Ala Kaleckiana-Estruturalista da teoria pós-keynesiana 588
i. Godley 589
ii. Taylor 591
4. Temas gerais na teoria pós-keynesiana 594
i. Crescimento liderado por salários e crescimento liderado por lucros: resultados alternativos de curto prazo ou fases sucessivas de longo prazo? 596
ii. Limites de crescimento de longo prazo 596
iii. O desemprego pode ser eliminado por meio de política adequada 597
Capítulo 13 - Dinâmica Macroeconômica Clássica 598
I. Introdução 598
II. Uma Reconsideração da Teoria da Demanda Efetiva 599
1. As fundações microeconômicas da demanda efetiva 599
2. As implicações temporais da sequência do multiplicador 600
3. Crédito como combustível e dívida como consequência do multiplicador 603
4. A importância de uma taxa de poupança constante na teoria keynesiana 604
5. A relação entre utilização real e normal da capacidade 605
6. A relação entre resultados esperados e reais 607
7. Processos de ajuste em um contexto dinâmico 608
8. Demanda exógena no sistema harrodiano e o chamado Supermultiplicador sraffiano 610
9. Tendências determinísticas versus estocásticas 612
10. Implicações da endogeneidade da oferta de dinheiro para a teoria da taxa de juros 613
11. Demanda agregada e nível de preços 614
12. Recursos subutilizados como um fenômeno normal 614
III. Economia Clássica Moderna: A Centralidade do Lucro 615
1. O lucro regula tanto a oferta quanto a demanda 615
2. Endogeneidade da taxa de poupança empresarial 616
3. Lucro, financiamento do investimento e crescimento 618
i. Financiamento interno puro do investimento por cada empresa 618
ii. Financiamento interno agregado do investimento por toda a empresa 621
iii. Estabilidade do financiamento interno agregado 621
iv. A taxa de juros não é a variável de ajuste chave 622
v. A taxa líquida de lucro aumenta com a taxa geral de lucro 623
vi. Processo modificado de ajuste da taxa de juros 624
vii. Poupança das famílias 624
viii. Sensibilidade da taxa de poupança das famílias à taxa de juros não altera a dinâmica 625
ix. Crédito bancário privado 625
x. Crédito bancário fornece uma base para os ciclos 626
xi. Déficits governamentais e demanda estrangeira 627
4. Resumo da dinâmica clássica 628
i. Equilíbrio clássico 629
ii. Propriedades do equilíbrio clássico 629
iii. Nível de produção 632
5. Resumo da teoria clássica de crescimento 636
14. A Teoria dos Salários e do Desemprego 638
I. Introdução 638
II. Salários e Desemprego nas Teorias Econômicas 639
1. Teoria salarial neoclássica e pós-harrodiana 639
2. Teorias salariais kaleckianas e pós-keynesianas 641
3. Abordagens goodwinianas e pós-goodwinianas 641
i. Modelos pós-keynesianos pós-goodwinianos 642
ii. Modelos clássicos pós-goodwinianos 644
iii. Objeto deste capítulo 645
III. Interações Dinâmicas entre a Participação Salarial, a Taxa de Desemprego e a "Taxa Natural" de Crescimento Harrodiana 646
1. Teoria do salário real: Do micro ao macro estocástico 646
2. Responsividade da força de trabalho ao desemprego 648
3. A Curva Clássica 648
4. Determinantes da taxa de desemprego 650
5. Efeitos da produtividade e do crescimento da força de trabalho 650
IV. Taxas Normais Versus "Naturais" de Desemprego 660
V. A Relação entre a Curva Salarial Clássica e a Curva de Phillips 661
1. A curva de Phillips geral 662
2. Três respostas à pergunta original de Phillips 662
VI. Evidências Empíricas sobre Crescimento, Desemprego e Salários 663
VII. Resumo e Implicações da Dinâmica Macroeconômica Clássica 672
15. Dinheiro Moderno e Inflação 677
I. Dinheiro, Mercados e o Estado 677
II. Visões Cartalistas e Neo-Cartalistas do Dinheiro 680
1. Dinheiro, bancos e Babilônia 681
2. Innes 682
3. Knapp 684
4. Cartalismo Moderno 685
III. Finanças Governamentais Modernas 688
IV. Crescimento, Rentabilidade e Nível de Preços 692
1. A teoria clássica da concorrência estabelece apenas preços relativos 692
2. Dinheiro fiat puro em abordagens clássicas, monetaristas, keynesianas e pós-keynesianas 693
3. Níveis de preços determinados versus dependentes do caminho 694
4. Taxa máxima de crescimento 694
5. O trabalho não é a restrição 695
6. Taxa de utilização de crescimento 695
7. Determinantes da taxa de crescimento do capital real 696
V. Demand-Pull 697
1. Demanda excessiva e injeções de poder de compra 697
2. Novo poder de compra e mudança na produção nominal 698
VI. Resposta à Oferta 699
VII. A Teoria da Inflação sob Dinheiro Fiat 702
VIII. Evidências Empíricas 703
1. Estados Unidos 703
i. Crescimento do PIB nominal como função do poder de compra relativo 703
ii. Crescimento do produto real, lucratividade, poder de compra e utilização do crescimento 705
iii. Inflação nos Estados Unidos 705
2. Inflação em dez países (Handfas) 712
3. Inflação em escala mundial 712
4. Argentina 719
IX. Resumo e Comparação com a Taxa de Desemprego Não Aceleradora da Inflação 721
16. Crescimento, Rentabilidade e Crises Recorrentes 724
I. Introdução 724
1. Depressões recorrem 726
2. Depressões são negadas 728
3. Esboço do capítulo 728
II. Rentabilidade no Período Pós-Guerra 729
1. Taxas de lucro normais e reais 729
2. Produtividade e salários reais 730
3. Impacto na rentabilidade da supressão do crescimento salarial real 731
4. Taxa de retorno sobre o capital médio versus novos investimentos 731
5. O caminho extraordinário da taxa de juros no pós-guerra 731
6. A taxa de lucro da empresa e o grande boom após os anos 1980 734
III. Efeitos Globais da Crise Atual 736
1. Estados Unidos 736
2. Outros países desenvolvidos 737
3. Escala global 739
IV. Lições e Possibilidades de Política: Austeridade Versus Estímulo 740
V. Sobre o Papel da Teoria Econômica 745
17. Resumo e Conclusões 746
I. Introdução 746
1. Perfeição e imperfeição 747
2. Críticas internas 747
II. Implicações e Aplicações da Competição Clássica 747
1. Padrões legais apesar de comportamentos heterogêneos 748
2. Tendências de igualação como base para distribuições estáveis de taxas salariais e de lucro 749
3. Das distribuições de salários e taxas de lucro para a distribuição geral de renda 751
4. Aumento da desigualdade e a distribuição de renda de classe 755
III. Salários, Impostos e o Salário Social Líquido 755
IV. Piketty 756
V. Desenvolvimento e Subdesenvolvimento 759
Apêndices
Apêndice 2.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 2 763
Apêndice 2.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 2
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 4.1. Fluxos e Estoques de Produção nas Contas Nacionais 767
Apêndice 4.2. Cálculos Numéricos para Figuras 4.1–4.18 772
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 5.1. Citações de Pontos Chave na Teoria Monetária de Marx 782
Apêndice 5.2. Fontes e Métodos para o Capítulo 5 788
Apêndice 5.3. Tabelas de Dados para o Capítulo 5
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 6.1. Álgebra de Lucro e Trabalho Excedente 790
Apêndice 6.2. A Taxa de Lucro como uma Taxa Real 796
Apêndice 6.3. Estoques Brutos e Líquidos de Capital 801
Apêndice 6.4. Marx e Sraffa sobre Capital Fixo como um Produto Conjunto 804
Apêndice 6.5. Medição do Estoque de Capital 807
Apêndice 6.6. Medição da Utilização da Capacidade 822
Apêndice 6.7. Métodos e Fontes Empíricas 828
Apêndice 6.8. Tabelas de Dados para o Capítulo 6
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 7.1. Fontes e Métodos de Dados para o Capítulo 7 856
Apêndice 7.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 7
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 8.1. Tabelas de Dados para o Capítulo 8
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 9.1. Álgebra Matricial da Teoria de Preços Clássicos 861
Apêndice 9.2. Fontes e Métodos para o Capítulo 9 867
Apêndice 9.3. Tabelas de Dados para o Capítulo 9
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 10.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 10 873
Apêndice 10.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 10
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 11.1. Fontes e Métodos de Dados para o Capítulo 11 875
Apêndice 11.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 11
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 12.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 12 881
Apêndice 12.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 12
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 13.1. Estabilidade de Processos Multiplicadores 882
Apêndice 14.1. Dinâmica dos Modelos Clássicos e Goodwin 889
Apêndice 14.2. Fontes de Dados, Métodos e Regressões 892
Apêndice 14.3. Tabelas de Dados para o Capítulo 14
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 15.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 15 895
Apêndice 15.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 15
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 16.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 16 898
Apêndice 16.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 16
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Apêndice 17.1. Fontes e Métodos para o Capítulo 17 900
Apêndice 17.2. Tabelas de Dados para o Capítulo 17
(disponíveis online em http://www.anwarshaikhecon.org/)
Nota sobre Abreviações 901
Referências 913
Índice de Autores 951
Índice de Assuntos 961
Lista de Figuras:
2.1 Índice de Produção Industrial dos EUA, 1860–2010 57
2.2 Índice de Investimento Real dos EUA, 1832–2010 57
2.3 PIB Real por Capita dos EUA, 1889–2010 58
2.4A Ciclos Econômicos, 1831–1866 58
2.4B Ciclos Econômicos, 1867–1902 59
2.4C Ciclos Econômicos, 1903–1939 59
2.5 Produtividade Manufatureira dos EUA e Salário Real do Trabalhador de Produção, 1889–2010 (1889 = 100) 60
2.6 Índice de Custo Unitário de Mão de Obra Real na Produção Manufatureira dos EUA, 1889–2010 61
2.7 Taxa de Desemprego dos EUA, 1890–2010 62
2.8 Índices de Preços no Atacado dos EUA e do Reino Unido, 1780–2010 (1930 = 100, Escala Logarítmica) 63
2.9 Índices de Preços no Atacado dos EUA e do Reino Unido, 1780–1940 (1930 = 100, Escala Logarítmica) 64
2.10 Preços no Atacado dos EUA e do Reino Unido em Onças de Ouro, 1790–2010 (1930 = 100, Escala Logarítmica) 64
2.11 Taxa de Lucro Corporativo nos EUA 1947–2011 66
2.12 Taxas Médias de Lucro na Produção Manufatureira dos EUA 1960–1989 67
2.13 Taxas Incrementais de Lucro na Produção Manufatureira dos EUA 1960–1989 68
2.14 Preços Totais Normalizados de Produção: Lucro versus Custo Unitário Total da Mão de Obra, EUA 1972 (Setenta e uma Indústrias) 70
2.15 PIB per Capita de Regiões do Mundo em 1990, Dólares Internacionais Geary–Khamis (Escala Logarítmica) 70
2.16 PIB per Capita dos Quatro Países Mais Ricos e dos Quatro Países Mais Pobres, Dólares Internacionais Geary–Khamis (Escala Logarítmica) 71
2.17 Razão do PIB per Capita dos Quatro Países Mais Ricos para os Quatro Países Mais Pobres, Dólares Internacionais Geary–Khamis (Escala Logarítmica) 72
3.1 Escolha Restrita pelo Orçamento 91
3.2 Aumento no Preço do Bem Necessário 92
3.3 Mudança no Gasto Relativo à Mudança na Renda, Caso I 94
3.4 Participação no Gasto em Bens Necessários, Caso I 94
3.5 Curva de Engel para Bens Necessários, Caso I 94
3.6 Propensão Discreta ao Consumo, Caso II 94
3.7 Curva de Engel para Bens Necessários, Caso II 95
3.8 Participação Empírica no Gasto com Alimentação (Orçamentos da Classe Trabalhadora, Reino Unido, 1904) 95
3.9 Curva de Engel Empírica para Alimentação (Orçamentos da Classe Trabalhadora, Reino Unido, 1904) 95
3.10 Curvas de Demanda para Bens Necessários (x1), Quatro Fundamentos Micro Diferentes 99
3.11 Curvas de Demanda para Bens Luxuosos (x2), Quatro Fundamentos Micro Diferentes 100
3.12 Equilíbrio como um Estado Alcançado (Ajuste Monótono Estável) 104
3.13 Equilibração como Gravitação Turbulenta (Ajuste Monótono Estável com Ruído) 105
3.14 Equilíbrio como Crescimento Turbulento (Ajuste Monótono Estável ao Redor de um Caminho de Crescimento, com Choques) 106
3.15 Micro Independência de Propriedades Macro Emergentes 111
4.1 Produtividade por Horas Trabalhadas em Diferentes Intensidades de Trabalho, para um Turno de Referência de uma Dada Tecnologia 136
4.2 Produção por Horas Trabalhadas em Diferentes Intensidades de Trabalho, para um Turno de Referência de uma Dada Tecnologia 137
4.3 Coeficiente de Trabalho por Horas Trabalhadas em Diferentes Intensidades de Trabalho, para um Turno de Referência de uma Dada Tecnologia 137
4.4 Coeficiente de Máquinas por Horas Trabalhadas em Diferentes Intensidades de Trabalho, para um Turno de Referência de uma Dada Tecnologia 138
4.5 Produção Diária a partir de Diferentes Combinações de Turnos Totalizando 20 Horas por Dia, na Intensidade Máxima de Trabalho 139
4.6 Produtos Médio e Marginal do Trabalho da Curva de Saída Técnica Máxima (10:10) 141
4.7 Função de Produção Neoclássica de Curto Prazo (Saída Bruta versus Serviços de Trabalho, com um Estoque de Máquinas Dado) 144
4.8 Produção por Hora na Função de Produção Neoclássica (Saída Bruta por Hora versus Capital por Hora, com um Estoque de Máquinas Dado) 144
4.9 Produção versus Emprego, para Turnos de 8 Horas Operados até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 145
4.10 Produção por Trabalhador versus Máquinas por Trabalhador, para Turnos de 8 Horas Operados até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 145
4.11 Produção versus Horas Trabalhadas, para Turnos de 8 Horas Operados até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 146
4.12 Produção por Trabalhador por Hora versus Máquinas por Trabalhador por Hora, para Turnos de 8 Horas Operados até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 146
4.13 Produção por Trabalhador por Hora versus Horas de Máquina por Trabalhador por Hora, para Turnos de 8 Horas Operados até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 147
4.14 Coeficientes de Produção versus Produção para Turnos de 8 Horas Operados com Intensidade Normal até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 151
4.15 Curvas Típicas de Custos nas Três Principais Tradições Econômicas 153
4.16 Custos Médios e Marginais com Salário Pago por Trabalhador, com Intensidade Normal para Turnos de 8 Horas até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 155
4.17 Custos Médios e Marginais com Salário Pago por Hora, com Intensidade Normal para Turnos de 8 Horas até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 156
4.18 Lucro Total com Diferentes Acordos Salariais, com Intensidade Normal para Turnos de 8 Horas até a Capacidade de Engenharia (Dois Turnos e Meio) 157
4.19 Custo Unitário de Mão de Obra Automotiva 162
4.20 Custo Marginal de Mão de Obra Automotiva 162
4.21 Custo Médio de Mão de Obra Automotiva 162
4.22 Custo Marginal Automotivo 163
4.23 Curvas de Custo Escolhidas por 94% dos Empresários Pesquisados 163
Plate 1 Dentes de Cachorro, Nova Bretanha 170
Plate 2 Moedas Antigas Dinheiro Ching, China (232)
Pingente de caixa de tartaruga, usado em presentes ou em negociações comuns (179)
Pwomondap, Ilha Rossell, uma das moedas mais comuns na ilha (184)
Dinheiro de perna de besouro, Ilha San Matthias (130) 171
Plate 3 Moeda de Sal, Abissínia 172
Plate 4 Conchas, Uganda 172
5.1 Preços do Ouro nos EUA e no Reino Unido (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 187
5.2 Índices de Preços no Atacado no Reino Unido em Libras Esterlinas, Dólares Americanos e Onças de Ouro (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 187
5.3 Índices de Preços no Atacado nos EUA e no Reino Unido, 1790–1940 (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 188
5.4 Índices de Preços no Atacado nos EUA e no Reino Unido, 1790–2010 (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 189
5.5 Índices de Preços no Atacado no Reino Unido em Onças de Ouro e Preço em Libras Esterlinas do Ouro, 1790–2009 (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 198
5.6 Índices de Preços no Atacado nos EUA em Onças de Ouro e Preço em Dólares Americanos do Ouro, 1800–2009 (Escala Logarítmica, 1930 = 100) 199
6.1 Taxas de Lucro Corporativo e Não Corporativo 246
6.2 Medidas de Rentabilidade Corporativa Corrigidas para Juros Imputados e Inventários versus Medidas NIPA Convencionais 249
6.3 Razões de Componentes que Explicam a Diferença entre Taxas de Lucro Corrigidas e Convencionais 250
6.4 Taxa de Utilização de Nova Capacidade Comparada à Taxa do FRB 251
6.5 Taxas de Lucro Corporativo em Capacidade Normal, Medidas Corrigidas versus Medidas Convencionais 252
6.6 Proxies para Taxas de Lucro Corporativo em Capacidade Normal 253
6.7 Taxas de Lucro Incrementais Corporativas Corrigidas Atuais e Medidas de Proxy NIPA (Numericamente, Taxas Atuais = Taxas Reais) 255
7.1 Estrutura de Custos na Indústria A (Condições Únicas ou Coiguais de Produção) 266
7.2 Estrutura de Custos na Indústria B (Agricultura ou Mineração) 267
7.3 Estrutura de Custos na Indústria C (Tecnologias Mais Antigas versus Mais Novas) 267
7.4 Efeito nas Taxas de Lucro da Concorrência dentro de uma Indústria 268
7.5 Efeito nas Taxas de Lucro da Concorrência entre Indústrias 269
7.6 Igualação das Taxas de Lucro ao Longo de um "Ciclo de Anos Magros e Gordos" 269
7.7 A Concorrência Pode Dar Origem a Diferenças Persistentes nas Taxas de Lucro Nacionais 270
7.8 Curvas de Custo em Andrews e Brunner 275
7.9 Equilíbrio de Longo Prazo de Harrod versus Concorrência Monopolística 280
7.10 Visão de Andrews sobre o Espectro Empírico de Custos Unitários em Relação à Escala da Planta 284
7.11 Variação no Preço de Venda versus Variação no Custo Unitário de Mão de Obra, EUA 1923–1950 (Razão de Cada Variável em 1950 para seu Valor em 1923) 287
7.12 Variação no Preço de Venda versus Variação no Custo Unitário de Mão de Obra, Reino Unido 1954–1963 (Razão de Cada Variável em 1963 para seu Valor em 1954) 287
7.13 Taxas Médias e Incrementais de Lucro na Manufatura Mundial, 1970–1989 303
7.14 Taxas Médias e Incrementais de Lucro na Manufatura dos EUA, 1960–1989 304
7.15 Taxas Médias de Lucro em Indústrias dos EUA, 1987–2005 306
7.16 Desvios das Taxas de Lucro da Indústria dos EUA em Relação à Média 307
7.17 Taxas Incrementais de Lucro em Indústrias dos EUA, 1987–2005 308
7.18 Desvios das Taxas Incrementais de Lucro da Indústria dos EUA em Relação à Média 309
7.19 Desvios das Taxas de Lucro na Manufatura Grega em Relação à Taxa Média, 1962–1991 310
7.20 Desvios das Taxas Incrementais de Lucro na Manufatura Grega em Relação à Taxa Incremental Média, 1962–1991 311
7.21 Indústrias da OCDE, Desvios das Taxas Incrementais de Lucro de sua Média (Usando Taxas de Câmbio PPP) 312
7.22 Taxas de Lucro como Função do Preço de Venda 317
7.23 Escolha de Técnica na Competição Real sobre o Espaço de Possibilidades de Inovação Neutra 324
7.24 Escolha de Técnica sob Competição Real sobre o Espaço de Possibilidades de Inovação Direcionada 324
7.25 Dois Caminhos Possíveis para a Taxa de Lucro 325
8.1 Percursos de Preços de Indústrias Concentradas e Não Concentradas 371
8.2 Percentagem de Aumentos de Preços ou Ausência de Diminuições durante Contrações, em Relação à Concentração 372
8.3 Taxa de Lucro sobre o Patrimônio Líquido versus CR8, Quarenta e Duas Indústrias 374
8.4 Taxa de Lucro sobre o Patrimônio Líquido versus CR8, Dados Agrupados 375
8.5 Taxa de Lucro sobre Ativos (%) 376
8.6 Taxas de Retorno e Concentração (CR4), 1963 e 1969 377
9.1 Preços de Mercado Total Normalizados versus Preços Diretos Totais, Estados Unidos 396
9.2 Razões de Preço de Mercado–Preço Direto (Setenta e Uma Indústrias) 397
9.3 Exemplo Numérico de Três Setores 405
9.4 Razões Integradas de Produção–Capital em Relação ao Padrão, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Circulante) 407
9.5 Razões Integradas de Produção–Capital para Quatro Indústrias Excepcionais (Modelo de Capital Circulante) 408
9.6 Razões de Preço Padrão–Trabalho, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Circulante) 409
9.7 Preços Padrão para Quatro Indústrias Excepcionais, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Circulante) 410
9.8 Curva Real de Salários–Lucros, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Circulante) 410
9.9 Razões Integradas de Produção–Capital em Relação ao Padrão, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Fixo) 411
9.10 Razões de Preço Padrão–Trabalho, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Fixo) 412
9.11 Razões Integradas de Produção–Capital e Preços Padrão para as Quatro Indústrias Anteriormente Excepcionais, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Fixo) 413
9.12 Curva Real de Salários–Lucros, Estados Unidos, 1998 (Modelo de Capital Fixo) 413
9.13 Medidas de Distância de Desvios de Preço Padrão–Tempo de Trabalho, Estados Unidos, 1998 (Modelos de Capital Circulante e Fixo) 414
9.14 Elasticidades das Medidas de Distância, Desvios de Preço Padrão de Produção–Tempo de Trabalho, Estados Unidos, 1998 (Modelos de Capital Circulante e Fixo) 415
9.15 Preços de Produção versus Preços Diretos 416
9.16 Preços de Produção versus Preços de Mercado 417
9.17 Exemplo Numérico, Preço de Produção–Preço Direto e Preço de Mercado–Preço Direto 420
9.18 Razões de Preço de Produção–Preço Direto (Setenta e Uma Indústrias) 421
9.19 Curvas Reais de Salários–Lucros, 1947–1972 423
9.20 Duas Curvas Lineares de Salários–Lucros 432
9.21 Função de Produção Substituta de Samuelson e Fronteira de Salários–Lucros 433
9.22 Duas Curvas Não Lineares de Salários–Lucros 434
10.1 Taxas Incrementais de Lucro, Bancos versus Todas as Indústrias Privadas, 1988–2005 462
10.2 Taxa de Juros de Empréstimos Bancários e Rendimento de Títulos Corporativos 463
10.3 Taxas de Juros Curtas e Longas nos EUA 463
10.4 Taxas de Juros Curtas e Longas nos EUA Relativas à Taxa de Desconto 464
10.5 Taxa de Lucro Empresarial e Taxa Prime Bancária 465
10.6 Taxa de Juros e o Nível de Preços, 1857–2011 465
10.7 Preço Relativo das Finanças, 1857–2011 466
10.8 Taxa de Juros Real e seu Valor Filtrado por HP, 1857–2011 467
10.9 Rendimento de Dividendos versus Rendimento de Títulos, 1871–2011 468
10.10 Taxas de Retorno de Títulos e Ações, 1926–2010 469
10.11 Taxa de Retorno Atual de Ações versus Taxas Incrementais de Lucro Corporativo Ajustadas e NIPA, 1948–2011 470
10.12 Taxa de Retorno Atual de Ações versus Taxa de Lucro Média Corporativa e Taxa de Desconto Real de Shiller 2014 472
10.13 Preço Real Atual das Ações versus Preço Racional EMH e Preço Warrantizado Clássico, 1948–2011 474
11.1 A Dualidade Ricardiana 508
11.2 Balanços Comerciais em Países Principais, 1960–2009 (Exportações/Importações) 524
11.3 Taxas de Câmbio Efetivas Reais (Base PPI), Estados Unidos e Japão, 1960–2009 526
11.4 Taxa de Câmbio Efetiva Real dos EUA e Custos Unitários Efetivos Reais Ajustados 530
11.5 Taxa de Câmbio Efetiva Real do Japão e Custos Unitários Efetivos Reais Ajustados 530
11.6 Lei do Preço Único no Nível Agregado, Estados Unidos e Japão, 1960–2009 531
11.7 Balança Comercial dos EUA, Taxa de Câmbio Real e PIB Relativo, 1960–2009 534
12.1 Produção, Custos e Capacidade Normal 552
12.2 Resultado do Pleno Emprego Neoclássico 556
12.3 Ajuste Poupança–Investimento Neoclássico de Hicks 557
12.4 Resumo IS–LM de Hicks dos Principais Argumentos de Keynes 562
12.5 Curva de Phillips, Estados Unidos, 1955–1970 564
12.6 Taxas de Inflação e Desemprego nos EUA, 1955–1970 e 1971–1986 565
12.7 Curva de Phillips, Estados Unidos, 1971–1981 565
12.8 Curva de Phillips, Estados Unidos, 1955–2010 566
12.9 Expectativas de Curto e Longo Prazo, Curva de Phillips Augmentada por Expectativas 574
13.1 Processo Multiplicador Keynesiano com um Aumento Temporário no Nível de Investimento 602
13.2 Processo Multiplicador Keynesiano com um Aumento Permanente no Nível de Investimento 602
13.3 Processo Multiplicador Generalizado com um Aumento Temporário no Investimento 605
13.4 Processo Multiplicador Generalizado com um Aumento Permanente no Investimento 606
13.5 Taxas Normais de Lucro, Juros e Lucro Empresarial 623
13.6 Acumulação Clássica 631
13.7 Percursos Real e de Equilíbrio da Produção 633
13.8 Efeito de uma Queda Permanente na Taxa de Lucro 634
13.9 Efeito de um Aumento Temporário na Lucratividade ou Poder de Compra 634
13.10 Efeitos da Demanda Excessiva Persistente no Nível e Tendência da Produção 635
14.1 Salário Médio Real por Trabalhador 647
14.2 A Curva Clássica 649
14.3 Efeitos de um Impulso Temporário na Demanda na Participação Salarial, Desemprego e Taxa de Lucro da Capacidade Normal 654
14.4 Efeitos de um Impulso Temporário na Demanda nas Taxas de Crescimento 655
14.5 Efeitos de um Impulso Temporário na Demanda nos Níveis de Produção, Emprego, Salários Reais e Produtividade em Relação aos Valores de Referência 655
14.6 Efeitos de um Impulso Sustentado na Demanda na Participação Salarial, Desemprego e Taxa de Lucro da Capacidade Normal 656
14.7 Efeitos de um Impulso Sustentado na Demanda nas Taxas de Crescimento 657
14.8 Efeitos de um Impulso Sustentado na Demanda nos Níveis de Produção, Emprego, Salários Reais e Produtividade em Relação aos Valores de Referência 657
14.9 Percurso Teórico da Participação Salarial versus Desemprego 659
14.10 Crescimento do PIB Nominal e Nível da Participação Salarial, Estados Unidos, 1948–2011 664
14.11 Medidas de Desemprego, Estados Unidos, 1948–2011 664
14.12 Percurso Empírico da Participação Salarial versus Intensidade do Desemprego, Estados Unidos, 1948–2011 665
14.13 Taxa de Variação da Participação Salarial versus Intensidade do Desemprego, Estados Unidos, 1949–2011 666
14.14 Valores Filtrados por HP(100), Taxa de Variação da Participação Salarial versus Intensidade do Desemprego, Estados Unidos, 1949–2011 667
14.15 Inflação e Crescimento da Produtividade, Estados Unidos, 1948–2011 670
14.16 Valores Filtrados por HP(100), Taxa de Variação dos Salários Reais versus Intensidade do Desemprego, Estados Unidos, 1949–2011 670
14.17 Valores Filtrados por HP(100), Taxa de Variação dos Salários Nominais versus Intensidade do Desemprego, Estados Unidos, 1949–2011 671
15.1 Nível de Preços ao Consumidor, Estados Unidos, 1774–2011 696
15.2A Taxas de Crescimento da Produção Real, Principais Indústrias dos EUA, 1987–2010 701
15.2B Taxas de Crescimento da Produção Real, Principais Indústrias dos EUA, 1987–2010 701
15.3 Crescimento do PIB Nominal e Poder de Compra Relativo Novo, 1950–2010 704
15.4 Crescimento do PIB Nominal versus Poder de Compra Relativo Novo 704
15.5 Crescimento da Produção Real versus a Taxa Líquida Real de Retorno sobre Novo Capital 706
15.6 Mudança na Produção Real versus Mudança nos Lucros Brutos Reais 706
15.7 Curvas do Tipo Phillips Clássica e Convencional, 1948–2010 707
15.8 Curvas do Tipo Phillips Clássica e Convencional, 1948–1981 708
15.9 Curvas do Tipo Phillips Clássica e Convencional, 1982–2010 710
15.10 Taxas Normalizadas de Inflação e Utilização do Crescimento 711
15.11 Tendência HP(100) da Taxa Líquida Incremental de Lucro 711
15.12 Inflação Mundial versus Crescimento do Crédito Privado e Público, 1970–1988 718
15.13 Inflação Mundial versus Crescimento do Crédito Privado e Público Total, 1988–2011 719
15.14 Crescimento Total do Crédito na Argentina e Crescimento do PIB Nominal 720
15.15 Crescimento Total do Crédito e Inflação 720
15.16 Inflação e Desvalorização da Moeda 721
16.1 Ondas Douradas dos EUA e do Reino Unido, 1786–2010 (1930 = 100) Desvios das Tendências Cúbicas Temporais 727
16.2 Taxas de Lucro Atuais e Normais e Participações nos Lucros 729
16.3 Salários Reais por Hora e Produtividade, Setor Empresarial dos EUA, 1947–2012 (1982 = 100) 731
16.4 Taxas de Lucro Reais Atuais e Contrafactuais das Corporações dos EUA, 1947–2011 732
16.5 Taxas Médias Corporativas e Taxas Incrementais Atuais (Reais) Suavizadas de Lucro 732
16.6 Taxa de Juros dos EUA, 1947–2011 (Letra do Tesouro a 3 Meses) 733
16.7 Taxas de Juros de Curto Prazo dos EUA e da OCDE, 1960–2011 734
16.8 Taxas Médias Líquidas Atuais e Incrementais Reais de Lucro, Corporações dos EUA, 1947–2011 735
16.9 Índice de Endividamento das Famílias em Relação à Renda, Estados Unidos, 1975–2011 735
16.10 Índice de Serviço da Dívida das Famílias, 1980–2012 736
17.1 A Crise Global de 2007 à Luz das Longas Ondas Passadas 749
17.2 Distribuição de Renda Pessoal abaixo de US$ 200.000, Probabilidade Cumulativa a Partir do Alto 752
17.3 Distribuição de Renda Pessoal acima de US$ 200.000, Probabilidade Cumulativa a Partir do Alto 753
Apêndices
6.6.1 Utilização da Capacidade, Corporações dos EUA 1947–2011 e Todas as Indústrias do FRB 827
6.7.1 Componente Equivalente a Salários da Renda dos Proprietários 833
6.7.2 Efeito do Ajuste Equivalente a Salários nas Taxas de Lucro Setoriais 834
6.7.3 Taxas de Depreciação Teóricas e de Consenso 844
6.7.4 Efeitos dos Valores Iniciais no Percurso do Estoque de Capital 846
6.7.5 Taxas Alternativas de Aposentadoria e Depreciação 847
6.7.6 Efeitos das Taxas Alternativas de Depleção nos Níveis de Estoques de Capital 847
6.7.7 Efeitos das Taxas Alternativas de Depleção nos Níveis Relativos de Estoques de Capital 848
6.7.8 Estoque Líquido Histórico Corporativo da BEA Comparado ao Valor Contábil do IRS 850
6.7.9 Estoque de Capital Fixo Líquido Atualizado para o Custo Atual Corporativo Ajustado para a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial 850
6.7.10 Estoques Finais de Capital Fixo Bruto e Líquido Atualizados, Setor Corporativo 851
13.1.A Quatro Resultados Diferentes para o Multiplicador Geral 884
13.1.B A Taxa de Poupança Endógena no Multiplicador Generalizado 887
Listas de Tabelas
3.1 Elasticidades Médias 100
3.2 Durações dos Ciclos de Igualação das Taxas de Lucro Incrementais, Manufatura dos EUA, 1960–1989 106
3.3 Tipologia Proposta de Velocidades de Ajuste 109
4.1 Igualdade entre o Superávit Operacional Bruto do NIPA e o Superávit Bruto Clássico 126
4.2 Estoques Físicos, Fluxos e Funções de Produção para Dois Turnos e Meio Totalizando 20 Horas 143
4.3 Coeficientes de Produção 150
4.4 Curvas de Custo 155
6.1 Produto Zero com uma Jornada de Trabalho de 4 Horas (Salário Diário wr = 4cn + 1ir) 214
6.2 Sem Lucro Agregado com um Produto Zero, com pcn = 0.7, pir = 5.25 214
6.3 Sem Lucro Agregado com um Produto Zero, com Diferentes Preços pcn = 0.795, pir = 3.977 215
6.4 Lucro Agregado com um Produto Zero e Preços de Venda (pcn = 1.591, pir = 7.955) Superiores aos Preços de Compra (pcn = 0.795, pir = 3.977) 215
6.5 Produto Excedente Agregado para uma Jornada de Trabalho de 8 Horas (Salário Diário wr = 4cn, 1ir) 216
6.6 Lucro Agregado com um Produto Excedente Positivo, com pcn = 0.7, pir = 5.25 216
6.7 Lucro Agregado com um Produto Excedente Positivo, com Preços de Venda pcn =1.4, pir = 10.50 Maiores do que os Preços de Compra pcn = 0.7,pir = 5.25 218
6.8 Três Conjuntos de Preços Relativos 218
6.9 Lucros Agregados Usando o Conjunto de Preços D 219
6.10 Lucros Agregados Usando o Conjunto de Preços C 219
6.11 Lucro Agregado Usando o Conjunto de Preços M 219
6.12 Novo Lucro Decorrente de Transferências entre o Circuito de Receita e o Circuito de Capital 222
6.13 Nenhum Novo Lucro com Transferências dentro do Circuito de Capital, Caso I 223
6.14 Nenhum Novo Lucro com Transferências dentro do Circuito de Capital, Caso II 223
6.15 Redução Líquida no Lucro Agregado de Transferências entre o Circuito de Receita e o Circuito de Capital 223
6.16 Lucro Agregado como o Preço do Produto Excedente 224
6.17 Usos do Produto Excedente 225
6.18 Estrutura de Produção da Indústria Composta Marxiana (Multiplicador do Setor de Milho = 1.0532, Multiplicador do Setor de Ferro = 0.8582) 228
6.19 Três Conjuntos de Preços Relativos 228
6.20 Lucro Agregado Usando o Conjunto de Preços D na Indústria Composta Marxiana 229
6.21 Lucro Agregado Usando o Conjunto de Preços C na Indústria Composta Marxiana 229
6.22 Lucro Agregado Usando o Conjunto de Preços M na Indústria Composta Marxiana 229
6.23 Decomposição das Taxas Médias de Mudança das Taxas de Lucro Corporativas dos EUA e Componentes 252
6.24 Taxas de Lucro Incrementais Corrigidas e do NIPA, Nominais e a Custo Atual 256
7.1 A Competição Dentro de uma Indústria Iguala Preços e Desiguala Taxas de Lucro 263
7.2 Efeitos de Cortes de Preço Universalmente Adotados nas Taxas de Lucro Relativas 263
7.3 Resumo das Características da Concorrência Real 271
7.4 Idade e Produtividade do Trabalho de Fábricas Existente 285
7.5 Diferenças de Produtividade entre as Melhores Práticas e Técnicas Médias 286
7.6 Efeitos de Cortes Parciais de Preços nas Taxas de Lucro Relativas 291
7.7 Taxas de Lucro e Risco por Tamanho da Empresa, 1970–1989 292
7.8 Regressões Básicas para Empresas Não Financeiras (Variáveis em Dólares de 2005) 294
7.9 Implicações das Regressões Básicas para Custos, Lucros e Tamanho da Empresa 295
7.10 Dois Concorrentes C e D1 a um Preço Inicial de Julgamento de $100 315
7.11 Dois Concorrentes C e D2 a um Preço Inicial de Julgamento de $100 315
7.12 Concorrentes C, D1 e D2 a um Preço que Dá a D2 a Taxa de Lucro Mais Alta 315
7.13 Estoques e Fluxos Totais no Caso Inicial de Capital Circulante 319
7.14 Forma do Coeficiente de Estoques e Fluxos no Caso Inicial de Capital Circulante 319
7.15 Custos Setoriais, Preços e Taxas de Lucro no Caso Inicial de Capital Circulante 319
7.16 Forma de Coeficientes de Métodos Alternativos de Produção de Ferro 320
7.17 Custos Setoriais, Preços e Taxas de Lucro dos Métodos Existentes e Alternativos de Produção de Ferro a Preços Pré-existentes 320
7.18 Custos Setoriais, Preços de Produção e Taxa Geral de Lucro Usando Ferro Alternativo 1 321
7.19 Custos Setoriais, Preços de Produção e Taxa Geral de Lucro Usando Ferro Alternativo 2 321
7.20 Possibilidades de Inovação e Escolha de Técnica 323
8.1 Comparação de Teorias de Competição 369
8.2 Taxa de Lucro sobre o Patrimônio, por Grau de Concentração e Barreiras à Entrada 375
8.3 Convergência para Médias Taxas de Lucro nas Amostras de Bain, Stigler e Mann 376
9.1 Fluxos Diretos e Totais de Tempo de Trabalho 383
9.2 Produção Simples de Mercadorias com Preços de Mercado Arbitrários 383
9.3 Produção Simples de Mercadorias com Ingressos Iguais por Hora 384
9.4 Produção Capitalista de Mercadorias com Salários e Taxa de Lucro Iguais e Preços de Produção 385
9.5 Razões Lucro/Salário em Países Avançados 388
9.6 Distribuição de Razões Diretas e Integradas Lucro/Salário, Estados Unidos, 1998 388
9.7 Efeitos de Mudanças em Unidades em Regressões e Medidas de Distância 390
9.8 Medidas Alternativas da Distância entre Preços e Preços Diretos 394
9.9 Preços de Mercado e Preços Diretos na Economia dos EUA, 1947–1998 396
9.10 Mudanças nas Razões de Preços de Mercado para Preços Diretos na Economia dos EUA, por Intervalo de Tempo 398
9.11 Variações na Produção, Pagamento e Preços Relativos ao Longo de Quatro Ciclos Econômicos nos EUA, 1919–1938 399
9.12 Produção e Preços Relativos ao Longo de Trinta e Um Ciclos Econômicos nos EUA, 1856–1969 400
9.13 Preços de Produção à Taxa de Lucro Observada e Preços Diretos, Modelo de Capital Fixo, Economia dos EUA, 1947–1998 417
9.14 Preços de Mercado e Preços de Produção à Taxa de Lucro Observada, Modelo de Capital Fixo, Economia dos EUA, 1947–1998 418
9.15 Resolvendo o Quebra-Cabeça da Distância entre Preço de Mercado e Preço Direto 418
9.16 Médias de Distância entre Preços de Mercado, Preços de Produção à Taxa de Lucro Observada e Preços Diretos (Modelo de Capital Fixo, Economia dos EUA, 1947–1998) 419
9.17 Mudanças nas Razões de Preços de Produção para Preços Diretos na Economia dos EUA, por Intervalo de Tempo 422
9.18 Taxas de Lucro Padrão de Capacidade Máxima, Estados Unidos, 1947–1998 423
9.19 Taxas de Lucro Máximas Reais Atuais e Padrão de Capacidade Normal, Estados Unidos, 1947–1998 423
10.1 Retornos Totais Médios Anuais (%), 1926–2010 469
10.2 Risco e Retorno no Mercado de Ações e Setor Corporativo, 1948–2011 471
11.1 Uma Situação Inicial de Vantagem Absoluta 505
11.2 Ajuste Ricardiano por Meio de Taxas de Câmbio Flexíveis 506
11.3 Ajuste Ricardiano por Meio de Mudanças nos Níveis de Preços Nacionais 506
11.4 Mudanças nas Taxas de Câmbio e Níveis de Preços Relativos, Países com Alta Inflação 527
11.5 Resultados do ECM para o Japão, 1962–2008, Variável Dependente = LRXR1JP 532
11.6 Resultados do ECM para os Estados Unidos: 1962–2008, Variável Dependente = LRXR1US 532
13.1 Efeitos de Mudanças em Variáveis Básicas na Rentabilidade e Crescimento 631
14.1 Respostas de Ajuste Completo Alternativas a um Aumento Temporário na Demanda Agregada 652
14.2 Três Abordagens para a Teoria do Desemprego 661
14.3 Efeitos da Inflação e do Crescimento da Produtividade na Curva de Phillips de Salários Nominais 671
15.1 Crescimento do PIB Nominal versus Poder de Compra Relativo 705
15.2 Resultados Econométricos do Modelo Clássico de Inflação de Handfas 713
16.1 Taxas de Crescimento de Taxas de Lucro Corporativas Normais e Participação nos Lucros 730
Apêndices
2.1.1 PIB per capita dos Quatro Países Mais Ricos e Mais Pobres (Dólares Internacionais de Geary-Khamis de 1990) 766
4.2.1 Produtividade, Produção e Coeficientes de Produção para Intensidade i = 1 773
4.2.2 Fronteira de Possibilidades de Produção e Combinações de Deslocamento em Intensidade Máxima (i = 1) 776
4.2.3 Padrões de Produção para Comprimentos e Intensidade Normalmente Sociais (i = 0,80) 777
4.2.4 Curvas de Custo e Lucro 779
6.1.1 Fluxos Físicos de Insumo-Produto, Jornada de Trabalho de 4 Horas 792
6.1.2 Fluxos Físicos de Insumo-Produto, Jornada de Trabalho de 8 Horas 792
6.3.1 Estoques Brutos, Estoques Líquidos e Rentabilidade 803
6.7.1 PIB versus PNB, Estados Unidos, 2009 829
6.7.2 Derivação do Excedente Operacional Bruto e Líquido Doméstico 829
6.7.3 ESB e ESN do Setor Empresarial (Agregado – HH – NPISH – GOV) 830
6.7.4 Efeitos dos Equivalentes Salariais Não-Corporativos nos Lucros 832
6.7.5 Contas Clássicas, Juros Líquidos Pagos pela Produção 836
6.7.6 Contas NIPA, Juros Líquidos Pagos pela Produção 838
6.7.7 Contas Clássicas, Juros Líquidos Pagos pelas Famílias 839
6.7.8 Contas NIPA, Juros Líquidos Pagos pelas Famílias 839
6.7.9 Contas Clássicas, Juros Líquidos de Produção e Famílias 840
6.7.10 Contas NIPA, Juros Líquidos de Produção e Famílias 840
6.7.11 Impacto do Equivalente Salarial e Juros Impostos nas Contas do Setor Empresarial 842
6.7.12 Precisão das Regras de Acumulação de Estoque de Capital Agregado em Cadeia, Ativo Fixo Corporativo dos EUA, 1925–2009 844
6.7.13 Diferentes Valores Iniciais em 1925, Ativo Líquido Corporativo a Custos Atuais 845
6.7.14 Saída de Regressão de Utilização de Capacidade 854
11.1.1 Japão: Correção de Erro Equivalente ao Modelo ARDL(2, 2) 878
11.1.2 Japão: Verificação da Existência de uma Relação de Longo Prazo 878
11.1.3 Japão: Diagnósticos 878
11.1.4 Estados Unidos: Correção de Erro Equivalente ao Modelo ARDL(2, 0) 879
11.1.5 Estados Unidos: Verificação da Existência de uma Relação de Longo Prazo 879
11.1.6 Estados Unidos: Diagnósticos 879





