Capítulo 8 - Oferta e Demanda Agregadas
I(r) + G = S(Y) + T (8.1)
Sendo:
I(r) = investimento real desejado, que é assumido como uma função dependente da taxa de juros (r);
G = Gastos do governo, que são considerados fixos em termos reais pela autoridade fiscal;
S(Y) = Representa a poupança real, que é assumida como uma função dependente da renda real (Y);
T = impostos, também considerados como fixos em termos reais pelo governo.
Y = Produto ou renda real;
r = taxa de juros.
M/P = L(Y,r) (8.2)
Sendo:
M = Oferta nominal de moeda, que é fixada exogenamente pela autoridade monetária;
P = nível agregado de preços;
M/P = Oferta real de moeda, ou seja, o estoque de moeda nominal ajustado pelo seu poder de compra em relação ao nível de preços;
L = função de demanda por moeda em termos reais;
Y = nível de renda real.
W = PMgN * P (8.3)
Sendo:
W = salário monetário;
PMgN = produto marginal do trabalho;
P = nível agregado de preços.
Ns = g(W/P) (8.4)
Sendo:
Ns = oferta de trabalho;
g = indica a relação funcional entre as variáveis;
(W/P) = salário real.
Ns = t(W/Pe) (8.5)
Sendo:
Ns = oferta de trabalho (função keynesiana de oferta de trabalho);
t = indica a relação funcional entre as variáveis;
W = salário monetário;
Pe = nível de preços esperado pelos ofertantes de trabalho;
(W/Pe) = salário real esperado, sobre o qual os trabalhadores baseiam suas decisões de oferta.
Pe = a1P-1 + a2P-2 + a3P-3 + ... + anP-n (8.6)
Sendo:
Pe = expectatovas de preços;
P-i = observações do nível de preços de períodos passado
ai = pesos dados a essas observações passadas para o cálculo da expectativa atual
P = CMg (8.7)
Sendo:
P = preço;
CMg = custo marginal.